Quinta-feira, Janeiro 17, 2008

Último post

Quase três anos de música... Quase três anos de festas, discos e concertos... Quase três anos de opiniões, discussões e divagações... Quase três anos... Obrigada.

Terça-feira, Dezembro 18, 2007

Afinal, há Natal ou Muito melhor que Tigerman

Pop Dell'Arte, dia de Natal, no Maxime.

Quarta-feira, Dezembro 12, 2007

Quanto mais eu vejo, menos acredito.

Não me apresentem mais músicos. Não me apresentem namoradas de músicos. Não me contem nada sobre a vida dos músicos. Não me falem mais de música. Só quero ouvi-la porque quanto mais eu vejo, menos acredito.

Post dedicado ao Ribas e à namorada (ele diz que não é, vai-se lá saber porquê)

Sexta-feira, Novembro 16, 2007

Esta é a semana de


Para ler: Público (Y) de hoje

Para ver: Cinemas Cidade do Porto - King - Monumental

Para ouvir: Radar 97.8 FM Sábado, 18h00 - Domingo, 22h00

Sábado, Novembro 03, 2007

1001 discos para ouvir antes de morrer # The Jimi Hendrix Experience

Are you Experienced (1967)

Uma aura mágica rodeia a figura de James Marshall Hendrix nos nossos dias. A sua mestria quase sobrenatural com a guitarra eléctrica e a destreza com efeitos como o feedback continuam sem ser superados. A maneira de tocar de Hendrix representou toda uma inovação do uso desse instrumento, numa altura em que músicos como Clapton estavam no auge. A fusão de música psicadélica, blues e funk, as grandes canções que compôs, a sua relevância como músico negro no mundo do rock dominado por brancos e o seu dandismo deixaram de boca aberta a aristocracia do rock dos anos 60.
Não é de estranhar, portanto, que Are You Experienced seja um dos melhores álbuns de estreia de sempre. Na nova versão editada em cd, em 1997, produzida sobe a orientação do engenheiro de som original, Eddie Krames, incluem-se três singles contemporâneos (o cortante clássico ácido Pulple Hazem, Hey Joe e o meigo The Wing Cries Mary), para além de outros na face b. Todos eles são partes constituintes da história do rock, reconhecidos como iniciadores de uma nova era.
O álbum original era todo ele constituído por músicas de qualidade. O frenético Manic Depression eleva as profundidades do desespero, tal como I Don´t Live Today, ambos presságios da trajectória meteórica de Jimi.
O extenso “tour de force” Third Stone From The Sun apresenta todo um festival de vozes distractivas e matizes psicadélicas. Are You Experienced? coloca a conhecida frase hippie sobre um fundo de baterias distorcidas e estalidos lacerante de guitarra. Red House revela a impressionante habilidade de Jimi para tocar blues, e o seu minucioso conhecimento da forma.
in "1001 Discos para ouvir antes de morrer seleccionados e escritos por 90 críticos internacionais de renome"

Sexta-feira, Outubro 26, 2007

McDonaldização da música

Não é de agora, sei, mas está mais que visto, a McDonaldização chegou à música. Os mega concertos, a Mtv, as rádios que repetem incessantemente as mesmas músicas e os supermercados de discos fazem já parte da sociedade homogeneizada e do consumo fugaz. Todos ouvimos as mesmas músicas, vestimos as mesmas roupas, compramos os mesmos discos e vamos aos mesmos concertos. Passados alguns meses, já estamos a ouvir outro disco e, acima de tudo, já nem sequer nos lembramos da última banda que tínhamos idolatrado. Mastigamos e deitamos fora. Tudo é simples e superficial. Ou, como diria Jorge Palma “Trincamos sempre o caroço/ Mas já não saboreamos a cereja”.
Segundo Jorge Ritzer, autor do livro “The McDonaldization of society”, os princípios do McDonald´s foram e estão a ser aplicados em várias áreas da sociedade. Uma delas é, sem dúvida, a música. Senão, vejamos.
Os produtos musicais, sejam eles concertos, “cds” ou “merchandise”, chegam rapidamente ao mercado e são rapidamente comprados em supermercados de música como a Fnac. Os serviços são eficientes e, necessariamente, rápidos. As horas de tertúlias sobre música com os donos das lojas de música foram substituídas pelo acto mecânico de pegar no disco, pagar e ir embora.
Por outro lado, não importa se os músicos têm formação musical, se sabem tocar algum instrumento ou se têm uma voz afinada. Nem sequer as letras das músicas são tidas em conta. O que distingue os consumidores, não é o seu conhecimento ou gosto pela música mas a quantidade de vinis ou bilhetes de concertos que compram. A música passa a deixar de ter importância per si e passa a fazer parte de um “pacote” no qual também está incluída a roupa.
Esse “pacote”, independentemente da existência de um “um supermercado de estilos imensos”, apresenta sempre o mesmo formato. Pode ser Metal, Pop ou Indie, desde que a gama de produtos seja a mesma.
Mais, os compradores de música são grandemente controlados no sentido de consumirem rapidamente para poderem adquirir novos produtos e, dessa maneira, alimentarem o mercado musical...
É verdade que podemos ter acesso a discos que anteriormente não teríamos ou que demorariam uma eternidade a chegar a Portugal, que podemos ver concertos de bandas francesas ou russas no nosso país, ou, ainda, que podemos ver os “videoclips” dos nossos músicos preferidos às quatro da tarde ou às duas da manhã; mas será que só queremos música “pastilha elástica”? Será que queremos que todos se vistam da mesma maneira, que todos oiçamos as mesmas músicas e que só os músicos que tocam o estilo “da moda” tenham oportunidade de serem ouvidos? Eu não. E que o Boemium faça disso prova!

Quinta-feira, Outubro 25, 2007

A música em citações #1

Sempre tive a impressão de que a música fosse apenas o extravasamento de um grande silêncio.

Marguerite Yourcenar, in Alexis ou le Traité du vain combat

Quinta-feira, Outubro 18, 2007

Grandes Ideias

O novo disco dos Radiohead - "In Rainbows" – está disponível no tradicional formato cd ou em ficheiro para download. Até aqui tudo normal. Mas quanto pensa que custa o download? Simplesmente aquilo que você estiver disposto a pagar pois o preço não está definido. Cada pessoa paga o que acha "justo". O sistema é tão inovador que um dos autores do bestseller "Freakonomics" já se ofereceu para analisar os resultados desta original iniciativa. in lifecooler

Terça-feira, Outubro 16, 2007

Sempre mais do mesmo

Preciso de um programa fantástico, estupendo, extraordinário, espantoso, original, singular, único, brilhante, cintilante, cheio de energia, adrenalina, loucura, demência, potência e cadência.

Aguardo sugestões.

Quinta-feira, Setembro 27, 2007

Lugar Comum

The Cure, 8 de Março, no Pavilhão Atlântico.
Faz precisamente 10 anos que os vi pela primeira vez.
Estou lá, claro.

Quinta-feira, Setembro 20, 2007

Diferentes sons, diferentes públicos ou o rock contemporâneo estereotipado

Rock n´roll: “é pá, vou ali fazer a próxima tatuagem porque a tatuadora tem umas mamas mesmo grandes” ou eu quero é copos e gajas e quanto mais tatuagens tiver mais importante sou

Psicadélico: “Deus é uma serpente…. Jefferson Air…. Isso… Isto está a bater” ou sou um grande poeta mas só quando tomo drogas

Metal: “isto é que é tocar, ouve, ouve” ou o que não é metal é mesmo mau

Glam: “se houver uma festa se calhar faço isso” ou não sou gay mas posso ser se beber muito e estiver muita gente a olhar

Punk: “é o costume, a culpa é dos gajos que mandam nesta merda” ou sou vítima do sistema mesmo que tenha partido o bar todo

Post-Punk: “gosto de estar com eles de vez em quando mas às vezes exageram” ou eu gosto dos punks mas acho que sou mais inteligente do que eles.

Gótico: “a maquilhagem está bem? Ontem comecei a ler O castelo de Otranto… Está bem, e as calças, ficam-me bem? Isso não é bem preto…” ou a imagem é o mais importante, o resto vem por acréscimo

Grunge: “o Kurt e o Eddie são bons, claro, mas o scott também é muito bom” ou gosto de qualquer gajo que cante com voz de casa de banho

Indie: “amanhã vou partir tudo com as minhas all stars novas” ou betinhos dos arredores das grandes cidades que querem ser radicais

Segunda-feira, Setembro 17, 2007

Domingo, Setembro 16, 2007

Caos emergente 2007@Foi assim

PITCH BLACK
ANAL PENETRATION
WEB
W.A.K.O
PULMUNARY FIBROSIS
MOSH
DECAYED
MIXOMATOSIS
MOTORNOISE

RANSACK
TUMULUM
DISAFFECTED

HOLOCAUSTO CANIBAL

MELECHESH
DEADMEAT

Quarta-feira, Agosto 01, 2007

Todos pr´a piscina ou Até Setembro!


Se houver alguma notícia escaldante, eu aviso...

Quarta-feira, Julho 18, 2007

Dia 30 de Junho@Porto Rio

MOTORNOISE



ESKIZOFRÉNICOS



Fotografias do Mr. Ferro

Quinta-feira, Julho 05, 2007

1001 discos para ouvir antes de morrer #Dead Kennedys

Fresh Fruit for Rotting Vegetables

Nao é por acso que o álbum de estreia dos Dead Kennedys foi publicado no mesmo ano em que Ronald Reagan foi eleito presidente dos EUA. A sua atitude contra o populismo de direita macerado por uma reconversão cristã servira de perfeito contraponto, assim como de inspiração, à música politicamente radical da banda.
Gravado nos estúdios Mobius, Fresh Fruit… é um álbum excepcionalmente inteligente e humorístico que satiriza a panorâmica desoladora da época. “Holiday in Cambodia” é um ataque feroz contra os yuppies, enquanto “Kill the Poor” é uma banda sonora abrasiva para Uma Modesta Proposição de Jonathan Swift. Para demonstrar que o seu desprezo não estava apenas reservado à direita, Biafra também atacou o governador democrata Jerry Brown em “Califórnia Uber Alles” (descrevendo-o como um fascista zen). Ainda que uma boa parte do interesse dos Dead Kennedys estivesse radicado nas letras de Biafra, a inteligência e contundência do discurso musical afastou-se da fórmula clássica de três acordes da cena punk. A pesada introdução de “… Cambodia” pressagia o tom escuro da canção, da mesma forma que “California” arranca com toda a pujança.
Os Dead Kennedys perderam a batalha com Kennedy e as suas forças de direita mas, como grito às armas, muito poucos podem bater este disco.

Sexta-feira, Junho 29, 2007

Relíquias #6 DeathRock - Batcave


O Deathrock surge nos Estados Unidos, já nos finais da década de 70, quando os filmes de terror começavam a ter grande influência para alguns membros do movimento punk.

O movimento começa a concentrar-se em várias cidades norte-americanas, especialmente em Los Angeles, com bandas como 45 Grave (1979), Christian Death (1979), Kommunity FK (1981), Gun Club (1981), Voodoo Church(1982) ou Burning Image(1983). Simultaneamente, surgem várias bandas de outras partes da América que só mais tarde são consideradas parte domovimento. A maior parte das bandas de Deathrock foram, pelo menos parcialmente, influenciadas por artistas do Glam Rock, como David Bowie, Alice Cooper, T. Rex, The New York Dolls, assim como por progenitores do Punk, como MC5, the Stooges, Richard Hell & The Voidoids, etc.

Essas primeiras bandas do Deathrock tinham como base o Punk, ocasionalmente o HardCore, mas adoptavam visuais obscuros e temas emprestados da cultura pop. A esse aglomerado de punk e trilhas sonoras de filmes de horror chamou-se deathrock. O novo movimento não foi desde logo identificado como um subgénero do punk, era apenas considerado como um punk ou hardcore mais dark.

Paralelamente, o movimento fazia-se, também, sentir em Londres. “Batcave” era o nome do clube londrino onde se davam os primeiros passos do gótico-rock.

Quando abriu, em 82, Batcave era um clube centrado na new wave e no glam rock. Mais tarde começou a focar-se na nova tendência que emergia: o gótico-rock. O clube funcionava sob a direcção de Ollie Wisdom, o líder dos Specimen, banda da casa.

As bandas que mais lá tocavam (os Alien Sex Fiend e os Sex Gang Children), muito influenciadas pelo Horror existente na cultura pop britânica, começaram a desenvolver um som mais obscuro, separando-as das bandas britânicas de New Wave e Glam...

Se lá estivéssemos estado, ter-nos-íamos com certeza cruzado com Robert Smith, Siouxsie Sioux, Foetus, Marc Almond, Nick Cave e Danielle Dax, alguns dos seus frequentadores assíduos.

O clube foi de tal forma importante para a afirmação do gótico-punk que o seu nome passou a ser usado para descrever o próprio movimento. Batcave é, hoje, o nome dado aos fãs de música gótica com influências post-punk.

Mas continuemos…

No início de 1983, a Cena Batcave, na Inglaterra, adquiriu o rótulo de “Positive Punk”, mas em menos de um ano foi modificado para “Goth” e “Gothic”. No mesmo ano, The Gun Club e Chistian Death começaram um torné pela Europa, o que significou que a Batcave europeia e o DeathRock americano se influenciavam, agora, mutuamente.
Tendo como pano de fundo essa tendência, dois anos depois, em 1985, a banda de deathrock Kommunity FK começou um torné com a banda batcave Alien Sex Fiend. Dessa forma e com o passar do tempo, Death Rock e Batcave começaram a fundir-se, desenvolvendo o Gótico-Rock.

A década de oitenta, repleta de medos e dúvidas, marcou profundamente a segunda geração do Gótico-Rock. As influências pós-punk começaram a diminuir e a serem substituídas por um rock mais sério e orientado. O ritmo do Gótico- Rock abrandava, tornando-se cada vez mais mecânico e com grande disseminação do uso de baterias electrónicas. Também as vozes agressivas do punk e pós-punk começavam a serem substituídas por vozes sombrias e desagregadas.

Durante a terceira geração do Gótico-Rock, em meados da década de 90, a música começou a incorporar vários elementos mais rudes: sons inspirados em fábricas da música Industrial e sons mais electrónicos e repetitivos do EBM e Electro-industrial. Começava-se a perder alguma da introspecção remanescente do romantismo, inerente às primeira e segunda gerações. Alguns clubes góticos alternavam entre o Deathrock e a música electrónica alternativa (EBM, Futurepop, Darkwave, Power noise, etc.) para atrair uma multidão crossover.

Essas mudanças alienaram e desviaram muitos góticos que preferiam os sons energéticos e punkers do Deathrock e do Batcave. O descontentamento crescente com o novo rumo do Gótico-Rock levou muitos góticos a afastarem-se e a regressarem às raízes do Deathrock/Batcave.

Em Portugal sobram muito poucos...

Quinta-feira, Junho 21, 2007

Finalmente sai o primeiro álbum de Motornoise!

Depois de muitas curvas e contracurvas, finalmente sai o primeiro álbum de MOTORNOISE.
A tour de apresentação do disco começa dia 30 deste mês, no Porto Rio e segue pela Europa fora.

Dizem eles que "Os Motornoise praticam um punk pesado e descarnado, pontuado pela caótica presença em palco do carismático vocalista Frágil (ex Renegados de Boliqueime e ex Speedtrack), pelos riffs metralhados pela guitarra cerrada de Guerra (também ex Renegados de Boliqueime e Speeedtrack), pelo peso do Baixo em constante overdrive de Oscar (ex Cagalhões, Cães Vadios e Speedtrack), pela eficácia e o virtuosismo da bateria de Gustavo (homem de inúmeros projectos no activo entre os quais Genocide, Stealing Orchestra e Sikhara) e pelas deambulações endiabradas do saxofone de Pupa (também elemento dos Here B Dragons). Num desafio a tímpanos desprevenidos, ensaiam momentos que vão do punk hardcore old school mais ortodoxo ao free jazz mais desconexo." Concordamos.


Para comprar: http://www.invasionrock.com/

Eu já o tenho, claro!

Paredes de Coura. Continua...

Dia 12 de Agosto - Devotchka, ...

Dia 13 de Agosto - Mando Diao, Low Budget Research Kitchen, Blasted Mechanism, Sparta, ...

Dia 14 de Agosto - Gogol Bordello, New York Dolls, Architecture in Helsinki, Spoon, Mão Morta...

Dia 15 de Agosto - Sonic Youth, Cansei de Ser Sexy, Sunshine Underground, Electrelane, ...

Terça-feira, Maio 29, 2007

Novo álbum dos Turbonegro sai a 9 de Julho

Está disponível aqui em wmv o novo video-clipe do Turbonegro, da música "Do You Do You Dig Destruction", faixa de "Retox", novo álbum da banda que será lançado dia 09 de julho.Track List:01 We're Gonna Drop The Atom Bomb02 Welcome To The Garbage Dump03 Hell Toupée04 Stroke The Shaft05 No06 I'm Alpha Male07 Do You Do You Dig Destruction08 I Wanna Come

Quinta-feira, Maio 24, 2007

Já saiu o álbum do ano ou Eu quero!

Novo CD dos The Jills já disponível.
Pedidos para: jillsclub@gmail.com


Domingo, Maio 20, 2007

Depois de Control, sobre Ian Curtis, é agora a vez de "Passenger", um Biopic de Iggy Pop sobre os seus primeiros anos nos Stooges. Segundo a revista Variety, a realização do filme será levada a cabo por Nick Gomez. Estreia só para daqui a um ano.

Sexta-feira, Maio 18, 2007

Motornoise, amanhã, no Festival Rock no Mosteiro

Desde o Porto, os Motornoise constituem a grande surpresa reservada pela organização do Festival Rock do Mosteiro, facto ao qual não foi alheio o envolvimento da Audiência Zero. O histórico grupo da cidade do Porto vai levar o seu punk pesado e descarnado pela segunda vez à Galiza, após a experiência ocorrida junto dos Samesugas na Sala Woodstock de Portonovo. Os Motornoise integram o cartaz da terceira edição do Festival Rock do Mosteiro, ao lado dos Skalopins (Gondomar-Galiza), Essenzia de Lapo (Vigo), Kon-Fussion (A Guarda) e ainda Feluco & Carlos (Vigo).

A presença dos inconfundíveis Motornoise (Frágil, Óscar, Guerra, Gustavo e Pupa) na Galiza promete agitar a vila de Oia, situada perto de Baiona, não distando, por isso, demasiado de Portugal. Os Essenzia de Lapo, de Vigo, são o outro peso pesado escolhido para este ano, pela organização da Associação Cultural Correlos. Punk/rock carregado de letras combativas, onde pontifica a energia contagiante da vocalista Rosa, são marcas indissociáveis do trajecto dos Essenzia de Lapo, activos desde 2003, e muitos próximos de darem a conhecer o seu trabalho, composto por 12 temas. (in audiência Zero)

Quinta-feira, Maio 17, 2007

Goodbye New Order

Os New Order deram por terminadas as suas actividades após alguma especulação lançada recentemente, entretanto desmentida.

Foi o baixista Peter Hook que confirmou à estação de rádio britânica XFM que a banda terminou definitivamente. O músico confirmou que todos os elementos estão envolvidos noutros projectos.

Para breve, está o lançamento do biopic sobre a vida de Ian Curtis. «Control» tem vindo a ser acompanhado de perto pelos músicos dos agora extintos New Order. (in disco digital)

Estou ansiosa por ver o filme!

Sexta-feira, Maio 11, 2007

Young Gods em Julho

Já devem ter nacionalidade portuguesa, com a quantidade de vezes que por cá passaram. Mas a malta não se importa. E se for para apresentar o estrondo de álbum que é o novo "Super Ready / Fragmenté", muito menos. Pois é, os Young Gods vão estar no Porto, a 13 de Julho, para um festival (já se sentia a falta do anúncio de mais um festival, não era?), segundo informação disponível no site do grupo (ver aqui). O calendário da digressão permite ainda pensar noutras eventuais datas por Portugal, mas o melhor é aguardar para ver. (in juramento sem bandeira)

Lembro-me de os ver algumas vezes mas o último concerto deles que assisti, no Hard Club, foi um dos melhores que vi até hoje. Fiquei petrificada duas horas (mais coisas da época ajudaram mas isso não interessa para nada). A não perder.

Pop dell´ Arte, hoje, no Lux


Sexta-feira, Abril 27, 2007

1001 discos para ouvir antes de morrer # The Dictators

Go Girl Crazy!
Em 1975, dois rapazes norte-americanos, Legs McNeil e John Holmstrom, gastaram a maior parte do seu Verão a ouvir o álbum Go Girl Crazy! dos Dictators. Embebedavam-se todas as noites e acabavam aos gritos a cantar cada uma das canções do disco. Não muito tempo depois, estes dois rapazes foram os fundadores da revista Punk, uma das bíblias desse movimento anárquico que eclodiu nos últimos anos da década de setenta.
Tal como os New York Dolls, os The Dictators eram precedentes do punk. Anos antes de se ouvir falar dos Ramones, The Dead Boys e dos Sex Pistols, Dick Manitoba, a “arma secreta” dos The Dictators, já cantava acerca de vomitar comida no McDonalds, beber cerveja e assistir a filmes duvidosos de série B. Go Girl Crazy! foi um dos primeiros discos punk, muito antes de se ouvir falar dessa definição. Mas oferecia muito mais: sons de garage surf e heavy metal – o guitarrista Ross “The Boss” Funichello fundou muito mais tarde os Manowar. Os The Dictators conseguiram inúmeros admiradores, em parte graças ao sentido de humor da banda.
O disco incluía todos os ingredientes para ser um êxito, mas os acontecimentos tomaram um rumo infeliz. Pouco tempo depois do lançamento do álbum a Epic despediu-os: má gerência, digressões mal planificadas e lutas entre os membros da banda não ajudaram.
O álbum não atraiu grande interesse até 1977, momento em que as bandas como os The Ramones tinham já polido a sua própria marca punk. Os The Dictators foram marginalizados. No entanto, Go Girl Crazy! chegou primeiro!
in "1001 Discos para ouvir anes de morrer seleccionados e escritos por 90 críticos internacionais de renome"

Terça-feira, Abril 24, 2007

Há que violentar o sistema... Deixem-me rir

----------------- Original Message -----------------
From: Aqui d´el Rock

Viva!
Estamos a leiloar até ao final do mês de Maio de 2007, as únicas 40 cópias autografadas do EP em vinil vermelho, comemorativo dos 30 anos dos Aqui d'el-Rock, sendo a base de licitação de cada exemplar € 5,00. Se pretenderes participar deves enviar a tua proposta para o endereço email@aquidelrock.pt .
Os discos serão remetidos por correio aos licitadores contemplados durante o mês de Junho (ao preço referenciado acrescem os portes de envio).

----------------- Original Message -----------------
From: Fabiana

Tamanha incoerência! Das duas uma, ou vocês são uma fraude ou estão mesmo a passar fome. Que palhaçada esse leilão da “primeira banda punk portuguesa”. É de rir.

----------------- Original Message -----------------
From: Aqui d´el Rock

olha-te no teu espelho e pergunta-lhe:
- espelho meu, haverá maior palhaça do que eu?!!
... só por estupidez, ou alienação alguém se ri do que desconhece.
jc serra

----------------- Original Message -----------------
From: Fabiana

Bem me parecia que não havia argumentos para isso. É que, todos sabemos, quando não se tem argumentos recorre-se aos insultos.

Ah! Agora inventem que o dinheiro angariado é para um grupo desfavorecido qualquer. Ficava-vos bem.

Continuo com vontade de me rir.

Segunda-feira, Abril 23, 2007

Hoje, no Indie

"Do You Believe in Rapture", elegia dos Sonic Youth ao extinto CBGB, e "Filhos do Tédio", documentário de Rodrigo Fernandes e Rita Alcaire sobre os Tédio Boys e o ambiente rock'n'rollesco de Coimbra. Hoje, no São Jorge, pelas 18h45. Repete dia 27 de Abril, em sessão da meia-noite, no cinema Londres. (in Juramento sem bandeira)