Festival Street War

ACADEMIA de LINDA-A-VELHA
ENTRADA LIVRE

Legendary Tiger Man, ontem, no Lux «Honey, You’re Too Much»

Deram-me uma máscara à entrada (Masquerade). Começava a segunda música. Lux composto. Bom ambiente (saudades). Convidados muito bons (Dead Combo, DJ Nel`Assassin e João Doce (WrayGunn). Vídeos excelentes (com curtas-metragens da autoria de artistas como Edgar Pêra, Rodrigo Areias, André Cepeda ou Daniel Makosch). Música brutal (muitas músicas antigas à mistura).
Para repetir, repetir, repetir...

Mata Ratos, sábado, no Porto Rio

Mata Ratos
Alison Bentley
Punk´n´Roll Djs: El Oscar & Rodas

Novo álbum dos LCD Soundsystem, 'Introns', já disponível para Download

"LCD Soundsystem have released a download only B-sides / remix album “Introns”. Many of these tracks are previously vinyl only or hard to find remixes and gems from LCD Soundsystem, taken from the various single releases culled from his eponymous debut album. These tracks perfectly punctuate a period in time of a band at the top of the game. Available exclusively for download only; from Wi-fi to your hi-fi, ‘Introns’ has something to offer everyone; from the melodious repetitious mantra of ‘Yr City’s A Sucker’, to the massive Soulwax Shibuya version of ‘Daft Punk…’ and their un-missable reworking of Banshee’s classic ‘Slowdive’ to name but three.

Tracklisting as follows:

1.Yr City’s A Sucker
2. Daft Punk Is Playing At My House (Soulwax Shibuya Mix)
3. Disco Infiltrator (FK’s Infiltrated Vocal)
4. Disco Infiltrator (FK’s Infiltrated Dub)
5. Slowdive (xfm session)
6. Tribulations (Tiga's Out Of The Trance Closet Mix)
7. Tribulations (Lindstrom mix)
8. On Repeat (xfm session)
9. Thrills (xfm session)1
0. Too Much Love (Rub’n’Tug mix)

You can listen to tracks or buy from iTunes.

www.lcdsoundsystem.com

www.dfarecords.com"

(DFA records mailing list)

A minha música portuguesa.

Mariza

Festival Street War: Cartaz Final

A Anti-Corpos D.I.Y. divulgou o alinhamento final para o festival Street War. Com lugar na Academia de Linda-A-Velha nos dias 1 e 2 de Abril, vão subir ao palco:

Dia 1:
Acromaniacos, Alien Squad, Anti-Clockwise, Barafunda Total, Decreto 77, Dr. Bifes e os Psicopratas, Filii Nigratium Infernalium e Simbiose.

Dia 2:
Colisão Frontal, Daza Cominatcha, Dollar Llama, M.A.D., Mary Reilly, Mordaça e Peste & Sida.

Os concertos têm inicio agendado para as 15h e entrada livre.

Punkpt.com

Devo ir no dia 2 (M.A.D: que saudades! Daza Cominatcha: Manel, será desta?)

Crazy Girl no Lounge

Directamente dos clubes londrinos, chega este "one girl show" de Crazy Girl, aka Tiff McGinnis. É um espectáculo provocador, sensual e aniquilador de barreiras entre estilos musicais. (publico.pt)

Dia 17-03-2006
Sexta às 23h30
Entrada livre

Guitarra Portuguesa

Gosto de ouvir a guitarra portuguesa quando o sol nasce intenso em Lisboa. Ela fala. Eu ouço.

Vincent, Van e Gogh

"No palco estão três personagens com chapéus de palha a tapar as caras que sugerem as flores de girassol pintadas por Vincent Van Gogh. As personagens destapam-se e, de cachimbo na boca, transformam-se num Vincent, num Van e num Gogh, três corpos num só ser, com gestos e movimentos sincronizados e diálogos violentos."

Interpretação de José Carlos Garcia, encenação; Angel Fragua, Noélia Domínguez e Sérgio Agostinho
No Chapitô
de 2006/03/02 até 2006/03/12
Qui a Dom: 22h

Os melhores álbuns de sempre...

1987

De volta a casa


A organização de músicos CARTEL 2006 informa que no próximo sábado, dia 25 de Fevereiro, pelas 15h30, irá realizar um CONCERTO com 5 bandas de Rock (DEAD SINGER, THE PROSTITUTES, FORA DE SERVIÇO, MOTORNOISE E HERE B DRAGONS), a ter lugar no ESPAÇO 555, situado na Rua do Almada, n.º 555, Porto. A entrada para o evento custará 2 euros por pessoa e o concerto começará impreterivelmente às 16h00.

Frida Kahlo no CCB


24 de Fevereiro a 21 de Maio 2006
de Terça-feira a Domingo, das 10h às 19h

Os 5 concertos do Fim de Semana

SEXTA
BAUHAUS
No Coliseu do Porto

Começou pouco prometedor. À medida que o concerto foi decorrendo, melhorou a olhos vistos. Acabou em grande. Muito bom para agora. Pena não estarmos em 79…
Selfish Cunt
Cherry Bomb
Nos Maus Hábitos
Selfish Cunt. Muito revivalista. Como disse o Bruno: “o gajo deve ter visto o Velvet Goldmine 10 vezes”. E é verdade. O gajo parece-se (talvez demasiado) com o “Curt Wild” e é, ou tenta ser, tão afeminado quanto o “Brian Slade” (parece-me demasiado comparar com o Iggy e com o Bowie). É uma mistura, flagrante, dos dois. À parte desses pormenores, gostei muito.

Quanto ao Cherry Bomb, nada de novo. Começa-se pelo rock/electrónica mais leves, passa-se pela electrónica (disco?) e acaba-se em grande. Acho que vou começar a chegar ao Cherry às 6h da manhã.

SÁBADO
Here B Dragons
Monkey Island
Blood Safari
No Porto Rio
Isto é que é Rock n´Roll

A noite começou bem com os Here B Dragons; continuou a subir com os Monkey Island e acabou no auge com os Blood Safari. Rock sempre a abrir. Bom, muito bom, fantástico. Os verdadeiros Rockers não morreram. Lá estavam eles a vibrar como já não via há muito tempo. Quero mais.

Blood Safari na ZDB e no Porto Rio

Blood Safari (uk) nova banda dos ex Parkinson

Quarta,
Na ZDB

Sábado,
No Porto Rio,
23h

eles eram muitos cavalos


Eles eram muitos cavalos é uma narrativa elaborada numa sucessão de textos curtos, procurando incorporar o que um diamundo na megalópole de S.Paulo tem de vertiginoso, caótico e comovente na sua comédia humana.
Traduzida para o francês e italiano, a obra Eles eram muitos cavalos foi distinguida, em 2001, com prémios Machado de Assis e o da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) para melhor romance.”

José Luís Peixoto (na sua apresentação do livro, hoje, na Fnac) diz que há livros que se amam e que se quer mostrar a toda a gente e que este é um deles.

Já o tenho. Vou começar…

Lux Agora

O Lux está a morrer. Em tudo. Nas pessoas, na música e no ambiente.
Ontem estava como nunca vi.
Para não voltar a visitar tão cedo.

Olhar Fauve no Museu do Chiado


O Olhar Fauve da Colecção do Musée des Beaux-Arts de Bordeaux
Com obras de Auguste Chabaud, Jean Gabriel Domergue, Othon Friesz, Oskar Kokoschka, André Lhote, Albert Marquet, Henri Martin, Henri Matisse, Jean Puy, Pierre Auguste Renoir, Chaïm Soutine, Félix Vallotton, Louis Valtat

Até 19 de Março

A não perder!

A Mais Velha Profissão

A Mais Velha Profissão, peça de Paula Vogel (Prémio Pulitzer 1998) foi escrita em 1980 e a sua acção decorre em Nova Iorque pouco antes e depois da eleição de Ronald Regan. Cinco velhas prostitutas: “Mae – a madame; Ursula, Vera e Edna – as meninas (a mais nova com 72 anos) conversam enquanto esperam os seus clientes. Recordam os seus tempos áureos, em Nova Orleães, onde a profissão “era honesta” e debatem o estado crítico da sua presente situação financeira. Estas cinco prostitutas em final de carreira continuam a ser mulheres de negócios mas os seus clientes estão literalmente “em extinção” e elas próprias não se sentem “mais novas”.”

Apesar de esta não ser uma daquelas peças em que se tem que pensar muito (como as que eu gosto), achei-a muito boa. As actrizes têm uma interpretação fantástica. Apresenta uma perspectiva muito bonita e interessante do mundo das prostitutas mas, especialmente, da velhice. Elas podiam ter outra profissão qualquer. Os dramas não defeririam muito. Mas há uma diferença, a meu ver, fundamental: o mundo em que vivem é ainda mais ingrato. Apesar disso, o brilho delas é, talvez, maior do que o dos comuns dos mortais. Vivem com garra e humor. E, na peça, é pela garra que nos emocionamos e pelo humor que nos rimos.
A ver!

Diggin´ no Trem Azul

O saxofone falava e o contrabaixo respondia...

Fado e Vinho na Tasca do Chico

No time to write

Sair de Gaia, ler o Estrangeiro de Camus, encontrar-me com a Mara, Cais do Sodré, Concerto de Jazz, Jantar Sushi, Bairro Alto, Capela, Casa Mara. Acordar, Aulas, Chiado, Fnac, Bairro Alto, Tasca do Chico, Fado e Vinho.

Estufa

“Um mundo aparentemente intocado pelo extraordinário, até ao momento em que uma catarse emerge, um invasor: é Natércio, e o esboço de um sonho: é Estela. A partir daqui desenrola-se um jogo, de duplo significado, entre a alucinação individual e o real. Ao mesmo tempo que desvendam o seu estatuto social e o seu papel familiar, projectam os seus desejos e fantasias, os seus traumas e medos, as suas máscaras.”
(Luís Filipe Ferreira)

Como disse um amigo, “às vezes anda-se às voltas para se dizer coisas muito simples”. Foi com essa sensação que fiquei quando acabou a peça. Parece que se quer fazer de uma coisa simples algo complicado. Mas, não há dúvida que é de louvar o esforço destes artistas em fazer, agir. Gostei bastante das interpretações.

Inauguração da exposição 0-24h - Ignasi Aballí hoje no Serralves


"A presente exposição reúne um conjunto significativo de obras recentes do artista catalão, Ignasi Aballí.O trabalho de Aballí é uma contínua reflexão sobre a pintura assim como sobre outros suportes e processos da obra de arte, não só como meios, mas também enquanto conceitos artísticos. A sua obra enfrenta questões relativas à simulação, à especificidade do meio, às convenções da ilusão material e aos aspectos do social, subjacentes a todo o processo produtivo. É de ressaltar a sua reflexão sobre a ideia do tempo como agente construtor da materialidade do discurso artístico.
Comissário: Bartomeu Marí
Produção: Fundação de Serralves, Macba, Barcelona, Ikon Gallery, Birmingham"

A Noiva Cadáver


"o idiossincrático universo de Burton numa animação de base 'analógica', onde os meios superam os fins..
um mimo.. mais para os olhos do que para a mente..."
kalash (pontasemno.blogspot.com)

Subscrevo.

Domingo

Artes em Partes, chá verde; Fnac Sta Catarina, Bandex; Casa da Foz, jantar; Pinguim, vinho.

Os melhores álbuns de sempre...

THE RISE AND FALL OF ZIGGY STARDUST AND THE SPIDERS FROM MARS
1972

Génios do Soul

Começa hoje, na revista Sábado, uma colecção intitulada “Génios do Soul”. O primeiro disco, mais livro, é do Ray Charles e constitui oferta da revista.

Discos de Agora


Poplastik 1985-2005

Comecei a ouvir Pop dell´Arte pela mão do André. Ele que me deu para ouvir grande parte da música portuguesa que conheço. Só de o ver a curtir cada som das músicas dos Pop dell´Arte, foi suficiente para que ficasse fã. Como não poderia deixar de ser, a minha tarde na Fnac de Santa Catarina acabou com o Poplastik nas mãos. Aqui o tenho, como se de um Dalí se tratasse.
O resto já sabem. Se não, está tudo no Y da sexta-feira passada e no Blitz desta semana.

Talking Heads


Os Talking Heads reeditam hoje três álbuns com novas remasterizações a cargo de Jerry Harrison e E. T. Thorngren. Ao mercado chegam esta segunda-feira «77», «More Songs About Buildings and Food» e «Remain in Light».
Todas as edições contêm temas extras e vídeos, salientando-se em «77» a versão acúsica de «Psycho Killer» e «I Feel It In My Heart», esta última nunca antes editada.Para Fevereiro está prevista a reedição de «Fear os Music» e «Speaking in Tongues».
in Diário Digital

Stephen Kovacevich amanhã na Fundação e Museu Calouste Gulbenkian


Depois do Porto, é a vez de Lisboa receber um dos maiores pianistas a nível mundial: Stephen Kovacevich. É considerado um especialista em Beethoven e Schubert, compositores que fazem parte (juntamente com Berg) do programa que leva à Gulbenkian no dia 10 de Janeiro.
O músico norte-americano deu o primeiro concerto aos 11 anos. Aos 14, tocava Schumann com a Orquestra Sinfónica de São Francisco. Aos 19, mudou-se para Londres para estudar com Myra Hess, com quem descobriu uma particular sensibilidade à obra de Beethoven. Foi a sua interpretação das "Variações Diabelli", dois anos depois no Wigmore Hall, que deixou público e crítica boquiabertos e lhe abriu a porta para o estatuto de que goza hoje.
Com uma vasta e muito elogiada discografia, o pianista distingue-se sobretudo pela forma radical como aborda o repertório clássico.
PUBLICO.PT

Às 19 horas no Grande Auditório

Discos de Agora

Para ouvir com o som no máximo.

Garfos & Letras

A livraria Garfos & Letras é a “primeira grande livraria temática do país”.
Lá “é possível adquirir e folhear livros dedicados à arte gastronómica, mas também tomar um café ou chá, ou adquirir conhecimentos relacionados com a cozinha, os vinhos e a mesa em geral mediante a frequência de aulas ministradas por "importantes nomes das respectivas artes e saberes".
Situa-se no Porto, R. Cândido dos Reis, 18.

Para quem gosta de cozinhar, beber e comer tanto quanto eu, esta livraria é a livraria.

Pop dell’arte no Lux

Quinta 29
POPLASTIK – 20 anos de Pop dell’arte
João Peste + Zé Pedro Moura + Tiago Miranda
Pop Dell’ Arte (concerto)
Nelson Flip (sonic dj)

Censurados, Censurados


Lembro-me de gostar de rock desde sempre. Aos 11 anos, por influências da minha irmã, ouvia Pixies, Cure e Doors. Não passava um dia sem… Aos 13 começo a ouvir Punk. Nunca mais esquecerei a primeira vez que ouvi Dead Kennedys, foi, mesmo, amor à primeira vista. A partir daí nunca mais parei. Tive uma banda Punk de garagem (quando me lembro do nosso estado nem sei como é que conseguimos tocar alguma coisa). Organizei vários concertos, alguns em casa. Fui a muitos mais. Todos os fim-de-semana havia algum, a contar que muitos dos meus amigos tinham bandas, não era difícil arranjar um “beco” qualquer para o pessoal ir tocar. É nessa altura que descubro Censurados. Para além de sempre ter gostado de música portuguesa, este álbum surpreendeu-me. A consistência das letras, o rock simples, a crítica ao poder instalado e o Ribas ainda cantava sem desafinar (ainda gosto de te ouvir Ribas ;). Era música para ouvir num concerto, em casa ou num bar. Este álbum faz parte da minha história e, por isso, é natural que haja, por aqui, afecto.
É, hoje, reeditado, exclusivamente, no Blitz.
Para quem gosta de música portuguesa, aconselho-o, para quem gosta de rock português, é indispensável.

Discos de Agora

Confessions on a dance floor

Mau, muito mau. É assim que eu descrevo o novo álbum da Madonna. Não consigo sequer compreender quem diz que é bom. Em relação ao single, ele era já suficientemente mau quando cantado pelos Abba, misturado com sons de música pimba ficou ainda pior. Reinvenção da música de dança? Parece-me é que, há falta de ideias e consequente ausência de originalidade, usa-se músicas de sucesso garantido para se garantir o sucesso. Não há dúvida que isto só é criticável pelo facto de se dizer que ela é uma artista. Ora, onde é que está a arte? Não está. O que está neste álbum é tudo aquilo que já foi feito por outros. Então, o que é que difere a Madonna dos outros artistas que fazem o mesmo? Por que é que ela tem mais sucesso? Este disco vende por várias razões: Nome no “mercado”, campanha de marketing gigante, roupas fashion (as miúdas vão querer vestir-se como ela), exercícios de ginástica e mais uma pitada de alusão ao sexo. Bem, na sociedade em que vivemos não há nada melhor. Ouve-se música não por ela mas por tudo o que a envolve. Se tudo isto viesse acompanhado de arte musical, não haveria problema algum. O essencial estaria lá, mas como se pode gostar de música sem música?
Que me digam que gostam do conceito não há problema mas não me digam que gostam daquelas músicas, porque aquilo não é música. Música é arte e arte é última coisa que aquilo é.

Rock Rendez Vous faz 25 anos


“Nasceu no momento exacto, a 18 de Dezembro de 1980, faz hoje 25 anos, quando o chamado Rock português estourava. Num curto espaço de tempo transformou-se na sala de culto onde todas as bandas emergentes tocavam. Passaram por lá Xutos, Rádio Macau, Mão Morta, PoP Dell´Arte, Heróis do Mar, António Variações, etc
A sua história confunde-se com a da música Pop-Rock feita em Portugal na década de 80. Era a sala de referência para toda a gente do universo Rock. Viria a encerrar em 1990 por dificuldades financeiras, mas ainda hoje é recordada com nostalgia…”

MissPopMaria no Rádio Bar


Porto,
Rádio Bar,
16 de Dezembro,
Sexta-feira

Os melhores álbuns de sempre...


The Scream
Siouxsie And The Banshees

É em 1976 que Susan Dallion, elemento do Bromley Contingent, o entraivecido clube de fãs dos Sex Pistols, troca o seu nome de rapariga por este – mais adequado à situação – Siouxsie Sioux, e forma os Banshees com o baixo Severin e um pessoal flutuante (note-se a breve passagem de Sid Vicious, na bateria). Primeiro ensaio do grupo, The scream, antecedido por um single de sucesso, “Hong-Kong Garden” (desaparecido do álbum com a reedição em CD, infelizmente), é um belíssimo álbum, sombrio e violento, percursor do post-punk e da new wave gótica que se anuncia: muro de guitarras dissonantes, vozes encantatórias, um saxofone sinistro perdido em “Suburban Relapse” e um massacre particularmente conseguido do “Helter Skelter” dos Beatles. Um último manifesto “no future” para uma carreira que durará vinte anos.
(O guia PopRock 1950-1979 vol.1 Fnac)

Nippon Koma Festival de Cinema Japonês


de 28 de Novembro
a 3 de Dezembro18h30 e 21h30
Pequeno Auditório
2 Euros
Preço único.
Reservas: 21 790 51 55

"Aparentemente cristalizado num momento de transição, o cinema japonês, a exemplo de outras formas de criação visual no Japão, como a animação e os “novos media,” subsiste num balanço entre a nostalgia por uma modernidade carregada simultaneamente de contradição e conflito, e a promessa utópica de uma sociedade científico-tecnológica, infinitamente capaz de invenção material e de criação de identidades libertadoras. No entanto, a relação operativa entre as culturas visuais do Japão e do Ocidente não é de resistência monolítica, de oposição e ruptura. Pelo contrário, envolve processos da multiplicação, variação, e fractura com inúmeras fontes e modelos. Esta nova edição do Nippon Koma irá explorar estes balanços e nexos, ao projectar uma imagística estilística e visualmente mais ou menos abstracta e desconcertante, que confirma a conspícua dissolução do espaço e das leis naturais na animação japonesa, acompanhada por trabalhos mais realísticos, que documentam as anomalias, fracturas, e tensões sócio--espaciais e económicas."
Atenção! Os filmes são legendados em inglês.

IFG

Foto do último IFG