Jorge Baldaia fala sobre a MissPopMaria no Divergências
Vincent, Van e Gogh
"No palco estão três personagens com chapéus de palha a tapar as caras que sugerem as flores de girassol pintadas por Vincent Van Gogh. As personagens destapam-se e, de cachimbo na boca, transformam-se num Vincent, num Van e num Gogh, três corpos num só ser, com gestos e movimentos sincronizados e diálogos violentos."Interpretação de José Carlos Garcia, encenação; Angel Fragua, Noélia Domínguez e Sérgio Agostinho
No Chapitô
de 2006/03/02 até 2006/03/12
Qui a Dom: 22h
De volta a casa

A organização de músicos CARTEL 2006 informa que no próximo sábado, dia 25 de Fevereiro, pelas 15h30, irá realizar um CONCERTO com 5 bandas de Rock (DEAD SINGER, THE PROSTITUTES, FORA DE SERVIÇO, MOTORNOISE E HERE B DRAGONS), a ter lugar no ESPAÇO 555, situado na Rua do Almada, n.º 555, Porto. A entrada para o evento custará 2 euros por pessoa e o concerto começará impreterivelmente às 16h00.
Os 5 concertos do Fim de Semana
SEXTA
No Coliseu do Porto
Começou pouco prometedor. À medida que o concerto foi decorrendo, melhorou a olhos vistos. Acabou em grande. Muito bom para agora. Pena não estarmos em 79…
Cherry Bomb
Nos Maus Hábitos
Selfish Cunt. Muito revivalista. Como disse o Bruno: “o gajo deve ter visto o Velvet Goldmine 10 vezes”. E é verdade. O gajo parece-se (talvez demasiado) com o “Curt Wild” e é, ou tenta ser, tão afeminado quanto o “Brian Slade” (parece-me demasiado comparar com o Iggy e com o Bowie). É uma mistura, flagrante, dos dois. À parte desses pormenores, gostei muito.
Quanto ao Cherry Bomb, nada de novo. Começa-se pelo rock/electrónica mais leves, passa-se pela electrónica (disco?) e acaba-se em grande. Acho que vou começar a chegar ao Cherry às 6h da manhã.
SÁBADO
No Porto Rio
Isto é que é Rock n´Roll
A noite começou bem com os Here B Dragons; continuou a subir com os Monkey Island e acabou no auge com os Blood Safari. Rock sempre a abrir. Bom, muito bom, fantástico. Os verdadeiros Rockers não morreram. Lá estavam eles a vibrar como já não via há muito tempo. Quero mais.
A noite começou bem com os Here B Dragons; continuou a subir com os Monkey Island e acabou no auge com os Blood Safari. Rock sempre a abrir. Bom, muito bom, fantástico. Os verdadeiros Rockers não morreram. Lá estavam eles a vibrar como já não via há muito tempo. Quero mais.
eles eram muitos cavalos

“Eles eram muitos cavalos é uma narrativa elaborada numa sucessão de textos curtos, procurando incorporar o que um diamundo na megalópole de S.Paulo tem de vertiginoso, caótico e comovente na sua comédia humana.
Traduzida para o francês e italiano, a obra Eles eram muitos cavalos foi distinguida, em 2001, com prémios Machado de Assis e o da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) para melhor romance.”
José Luís Peixoto (na sua apresentação do livro, hoje, na Fnac) diz que há livros que se amam e que se quer mostrar a toda a gente e que este é um deles.
Já o tenho. Vou começar…
Lux Agora
O Lux está a morrer. Em tudo. Nas pessoas, na música e no ambiente.
Ontem estava como nunca vi.
Para não voltar a visitar tão cedo.
Ontem estava como nunca vi.
Para não voltar a visitar tão cedo.
Olhar Fauve no Museu do Chiado

O Olhar Fauve da Colecção do Musée des Beaux-Arts de Bordeaux
Com obras de Auguste Chabaud, Jean Gabriel Domergue, Othon Friesz, Oskar Kokoschka, André Lhote, Albert Marquet, Henri Martin, Henri Matisse, Jean Puy, Pierre Auguste Renoir, Chaïm Soutine, Félix Vallotton, Louis Valtat
Até 19 de Março
A não perder!
A Mais Velha Profissão
A Mais Velha Profissão, peça de Paula Vogel (Prémio Pulitzer 1998) foi escrita em 1980 e a sua acção decorre em Nova Iorque pouco antes e depois da eleição de Ronald Regan. Cinco velhas prostitutas: “Mae – a madame; Ursula, Vera e Edna – as meninas (a mais nova com 72 anos) conversam enquanto esperam os seus clientes. Recordam os seus tempos áureos, em Nova Orleães, onde a profissão “era honesta” e debatem o estado crítico da sua presente situação financeira. Estas cinco prostitutas em final de carreira continuam a ser mulheres de negócios mas os seus clientes estão literalmente “em extinção” e elas próprias não se sentem “mais novas”.”Apesar de esta não ser uma daquelas peças em que se tem que pensar muito (como as que eu gosto), achei-a muito boa. As actrizes têm uma interpretação fantástica. Apresenta uma perspectiva muito bonita e interessante do mundo das prostitutas mas, especialmente, da velhice. Elas podiam ter outra profissão qualquer. Os dramas não defeririam muito. Mas há uma diferença, a meu ver, fundamental: o mundo em que vivem é ainda mais ingrato. Apesar disso, o brilho delas é, talvez, maior do que o dos comuns dos mortais. Vivem com garra e humor. E, na peça, é pela garra que nos emocionamos e pelo humor que nos rimos.
A ver!
No time to write
Sair de Gaia, ler o Estrangeiro de Camus, encontrar-me com a Mara, Cais do Sodré, Concerto de Jazz, Jantar Sushi, Bairro Alto, Capela, Casa Mara. Acordar, Aulas, Chiado, Fnac, Bairro Alto, Tasca do Chico, Fado e Vinho.
Estufa
“Um mundo aparentemente intocado pelo extraordinário, até ao momento em que uma catarse emerge, um invasor: é Natércio, e o esboço de um sonho: é Estela. A partir daqui desenrola-se um jogo, de duplo significado, entre a alucinação individual e o real. Ao mesmo tempo que desvendam o seu estatuto social e o seu papel familiar, projectam os seus desejos e fantasias, os seus traumas e medos, as suas máscaras.”(Luís Filipe Ferreira)
Como disse um amigo, “às vezes anda-se às voltas para se dizer coisas muito simples”. Foi com essa sensação que fiquei quando acabou a peça. Parece que se quer fazer de uma coisa simples algo complicado. Mas, não há dúvida que é de louvar o esforço destes artistas em fazer, agir. Gostei bastante das interpretações.
Inauguração da exposição 0-24h - Ignasi Aballí hoje no Serralves

"A presente exposição reúne um conjunto significativo de obras recentes do artista catalão, Ignasi Aballí.O trabalho de Aballí é uma contínua reflexão sobre a pintura assim como sobre outros suportes e processos da obra de arte, não só como meios, mas também enquanto conceitos artísticos. A sua obra enfrenta questões relativas à simulação, à especificidade do meio, às convenções da ilusão material e aos aspectos do social, subjacentes a todo o processo produtivo. É de ressaltar a sua reflexão sobre a ideia do tempo como agente construtor da materialidade do discurso artístico.
Comissário: Bartomeu Marí
Produção: Fundação de Serralves, Macba, Barcelona, Ikon Gallery, Birmingham"
A Noiva Cadáver
Génios do Soul
Discos de Agora

Poplastik 1985-2005
Comecei a ouvir Pop dell´Arte pela mão do André. Ele que me deu para ouvir grande parte da música portuguesa que conheço. Só de o ver a curtir cada som das músicas dos Pop dell´Arte, foi suficiente para que ficasse fã. Como não poderia deixar de ser, a minha tarde na Fnac de Santa Catarina acabou com o Poplastik nas mãos. Aqui o tenho, como se de um Dalí se tratasse.
O resto já sabem. Se não, está tudo no Y da sexta-feira passada e no Blitz desta semana.
Talking Heads

Os Talking Heads reeditam hoje três álbuns com novas remasterizações a cargo de Jerry Harrison e E. T. Thorngren. Ao mercado chegam esta segunda-feira «77», «More Songs About Buildings and Food» e «Remain in Light».
Todas as edições contêm temas extras e vídeos, salientando-se em «77» a versão acúsica de «Psycho Killer» e «I Feel It In My Heart», esta última nunca antes editada.Para Fevereiro está prevista a reedição de «Fear os Music» e «Speaking in Tongues».
in Diário Digital
Stephen Kovacevich amanhã na Fundação e Museu Calouste Gulbenkian

Depois do Porto, é a vez de Lisboa receber um dos maiores pianistas a nível mundial: Stephen Kovacevich. É considerado um especialista em Beethoven e Schubert, compositores que fazem parte (juntamente com Berg) do programa que leva à Gulbenkian no dia 10 de Janeiro.
O músico norte-americano deu o primeiro concerto aos 11 anos. Aos 14, tocava Schumann com a Orquestra Sinfónica de São Francisco. Aos 19, mudou-se para Londres para estudar com Myra Hess, com quem descobriu uma particular sensibilidade à obra de Beethoven. Foi a sua interpretação das "Variações Diabelli", dois anos depois no Wigmore Hall, que deixou público e crítica boquiabertos e lhe abriu a porta para o estatuto de que goza hoje.
Com uma vasta e muito elogiada discografia, o pianista distingue-se sobretudo pela forma radical como aborda o repertório clássico.
PUBLICO.PT
Às 19 horas no Grande Auditório
Garfos & Letras
A livraria Garfos & Letras é a “primeira grande livraria temática do país”.Lá “é possível adquirir e folhear livros dedicados à arte gastronómica, mas também tomar um café ou chá, ou adquirir conhecimentos relacionados com a cozinha, os vinhos e a mesa em geral mediante a frequência de aulas ministradas por "importantes nomes das respectivas artes e saberes".
Situa-se no Porto, R. Cândido dos Reis, 18.
Para quem gosta de cozinhar, beber e comer tanto quanto eu, esta livraria é a livraria.
Pop dell’arte no Lux
POPLASTIK – 20 anos de Pop dell’arte
João Peste + Zé Pedro Moura + Tiago Miranda
Pop Dell’ Arte (concerto)
Nelson Flip (sonic dj)
Censurados, Censurados

Lembro-me de gostar de rock desde sempre. Aos 11 anos, por influências da minha irmã, ouvia Pixies, Cure e Doors. Não passava um dia sem… Aos 13 começo a ouvir Punk. Nunca mais esquecerei a primeira vez que ouvi Dead Kennedys, foi, mesmo, amor à primeira vista. A partir daí nunca mais parei. Tive uma banda Punk de garagem (quando me lembro do nosso estado nem sei como é que conseguimos tocar alguma coisa). Organizei vários concertos, alguns em casa. Fui a muitos mais. Todos os fim-de-semana havia algum, a contar que muitos dos meus amigos tinham bandas, não era difícil arranjar um “beco” qualquer para o pessoal ir tocar. É nessa altura que descubro Censurados. Para além de sempre ter gostado de música portuguesa, este álbum surpreendeu-me. A consistência das letras, o rock simples, a crítica ao poder instalado e o Ribas ainda cantava sem desafinar (ainda gosto de te ouvir Ribas ;). Era música para ouvir num concerto, em casa ou num bar. Este álbum faz parte da minha história e, por isso, é natural que haja, por aqui, afecto.
É, hoje, reeditado, exclusivamente, no Blitz.
Para quem gosta de música portuguesa, aconselho-o, para quem gosta de rock português, é indispensável.
Discos de Agora
Mau, muito mau. É assim que eu descrevo o novo álbum da Madonna. Não consigo sequer compreender quem diz que é bom. Em relação ao single, ele era já suficientemente mau quando cantado pelos Abba, misturado com sons de música pimba ficou ainda pior. Reinvenção da música de dança? Parece-me é que, há falta de ideias e consequente ausência de originalidade, usa-se músicas de sucesso garantido para se garantir o sucesso. Não há dúvida que isto só é criticável pelo facto de se dizer que ela é uma artista. Ora, onde é que está a arte? Não está. O que está neste álbum é tudo aquilo que já foi feito por outros. Então, o que é que difere a Madonna dos outros artistas que fazem o mesmo? Por que é que ela tem mais sucesso? Este disco vende por várias razões: Nome no “mercado”, campanha de marketing gigante, roupas fashion (as miúdas vão querer vestir-se como ela), exercícios de ginástica e mais uma pitada de alusão ao sexo. Bem, na sociedade em que vivemos não há nada melhor. Ouve-se música não por ela mas por tudo o que a envolve. Se tudo isto viesse acompanhado de arte musical, não haveria problema algum. O essencial estaria lá, mas como se pode gostar de música sem música?
Que me digam que gostam do conceito não há problema mas não me digam que gostam daquelas músicas, porque aquilo não é música. Música é arte e arte é última coisa que aquilo é.
Rock Rendez Vous faz 25 anos

“Nasceu no momento exacto, a 18 de Dezembro de 1980, faz hoje 25 anos, quando o chamado Rock português estourava. Num curto espaço de tempo transformou-se na sala de culto onde todas as bandas emergentes tocavam. Passaram por lá Xutos, Rádio Macau, Mão Morta, PoP Dell´Arte, Heróis do Mar, António Variações, etc
A sua história confunde-se com a da música Pop-Rock feita em Portugal na década de 80. Era a sala de referência para toda a gente do universo Rock. Viria a encerrar em 1990 por dificuldades financeiras, mas ainda hoje é recordada com nostalgia…”
Os melhores álbuns de sempre...

The Scream
Siouxsie And The Banshees
É em 1976 que Susan Dallion, elemento do Bromley Contingent, o entraivecido clube de fãs dos Sex Pistols, troca o seu nome de rapariga por este – mais adequado à situação – Siouxsie Sioux, e forma os Banshees com o baixo Severin e um pessoal flutuante (note-se a breve passagem de Sid Vicious, na bateria). Primeiro ensaio do grupo, The scream, antecedido por um single de sucesso, “Hong-Kong Garden” (desaparecido do álbum com a reedição em CD, infelizmente), é um belíssimo álbum, sombrio e violento, percursor do post-punk e da new wave gótica que se anuncia: muro de guitarras dissonantes, vozes encantatórias, um saxofone sinistro perdido em “Suburban Relapse” e um massacre particularmente conseguido do “Helter Skelter” dos Beatles. Um último manifesto “no future” para uma carreira que durará vinte anos.
(O guia PopRock 1950-1979 vol.1 Fnac)
Nippon Koma Festival de Cinema Japonês

de 28 de Novembro
a 3 de Dezembro18h30 e 21h30
Pequeno Auditório
2 Euros
Preço único.
Reservas: 21 790 51 55
"Aparentemente cristalizado num momento de transição, o cinema japonês, a exemplo de outras formas de criação visual no Japão, como a animação e os “novos media,” subsiste num balanço entre a nostalgia por uma modernidade carregada simultaneamente de contradição e conflito, e a promessa utópica de uma sociedade científico-tecnológica, infinitamente capaz de invenção material e de criação de identidades libertadoras. No entanto, a relação operativa entre as culturas visuais do Japão e do Ocidente não é de resistência monolítica, de oposição e ruptura. Pelo contrário, envolve processos da multiplicação, variação, e fractura com inúmeras fontes e modelos. Esta nova edição do Nippon Koma irá explorar estes balanços e nexos, ao projectar uma imagística estilística e visualmente mais ou menos abstracta e desconcertante, que confirma a conspícua dissolução do espaço e das leis naturais na animação japonesa, acompanhada por trabalhos mais realísticos, que documentam as anomalias, fracturas, e tensões sócio--espaciais e económicas."
Atenção! Os filmes são legendados em inglês.
MissPopMaria
Hoje no Lux
Bar
Filme Concerto:
Polissons et Galipettes / Banda Sonora (ao vivo) Ponto G
Dexter
Video Hugo Barbosa
Disco
Lux gets Enchufado1-uik Project (Concerto)
Melo d (concerto de apresentação do álbum "Chega de saudade")
Fusionlab (Live-act)
Rui Murka + Enchufada dj's
Video:Enchufada on Screen! by Emawk
“Mais logo (nesta quinta dia 22), o Lux recebe uma das maiores comitivas de convidados de que há memória para materializar uma noite deveras diferente. Tal como se avisou no #189, no palco do bar vão estar os Ponto G (um ensemble eléctrico que reúne músicos dos Plaza e dos Três Tristes Tigres) para tocar, ao vivo, a sua banda sonora de «Polissons et Galipettes», a insólita colecção de filmes eróticos do início do século XX que será projectada em simultâneo. Com ambientes sonoros que irão do funky ao rock lânguido de Serge Gainsbourg, trata-se da estreia lisboeta de um projecto que resulta da encomenda do Festival de Cinema “Curtas Vila do Conde” (a estreia foi este ano no cinema Passos Manuel) e que, na semana passada, se apresentou (com execelentes resultados) no CCCB, em Barcelona, durante o MECAL (Festival de Curtas Metragens de Barcelona).Será uma espécie de (maliciosa?!) sessão da meia noite (interdita a mentes pudicas e a menores de 18 anos). Impõe-se comparência pontual , portanto... Entretanto, na discoteca, outra embaixada (ainda maior) assenta arraiais no palco e na cabine para, com concertos, mc’s, dj’s e vj’s sets fazer uma primeira sessão de «Lux gets Enchufado». A premissa é simples: são eles os responsáveis por alguns dos melhores discos «made in portugal» dos últimos meses e têm novidades de peso para mostrar, começando pelo novo disco de Melo D, «Chega de Saudade» que será apresentado ao vivo. Dois concertos, um live act e dj sets (alguém falou em kuduro?!) que vão transfigurar (enchufar?!) a discoteca por uma noite. Quem quer estar atento ao que se faz nesta cidade já sabe que não pode faltar. Os outros(pelo menos...) ficam avisados.” (Luxmail)
Filme Concerto:
Polissons et Galipettes / Banda Sonora (ao vivo) Ponto G
Dexter
Video Hugo Barbosa
Disco
Lux gets Enchufado1-uik Project (Concerto)
Melo d (concerto de apresentação do álbum "Chega de saudade")
Fusionlab (Live-act)
Rui Murka + Enchufada dj's
Video:Enchufada on Screen! by Emawk
“Mais logo (nesta quinta dia 22), o Lux recebe uma das maiores comitivas de convidados de que há memória para materializar uma noite deveras diferente. Tal como se avisou no #189, no palco do bar vão estar os Ponto G (um ensemble eléctrico que reúne músicos dos Plaza e dos Três Tristes Tigres) para tocar, ao vivo, a sua banda sonora de «Polissons et Galipettes», a insólita colecção de filmes eróticos do início do século XX que será projectada em simultâneo. Com ambientes sonoros que irão do funky ao rock lânguido de Serge Gainsbourg, trata-se da estreia lisboeta de um projecto que resulta da encomenda do Festival de Cinema “Curtas Vila do Conde” (a estreia foi este ano no cinema Passos Manuel) e que, na semana passada, se apresentou (com execelentes resultados) no CCCB, em Barcelona, durante o MECAL (Festival de Curtas Metragens de Barcelona).Será uma espécie de (maliciosa?!) sessão da meia noite (interdita a mentes pudicas e a menores de 18 anos). Impõe-se comparência pontual , portanto... Entretanto, na discoteca, outra embaixada (ainda maior) assenta arraiais no palco e na cabine para, com concertos, mc’s, dj’s e vj’s sets fazer uma primeira sessão de «Lux gets Enchufado». A premissa é simples: são eles os responsáveis por alguns dos melhores discos «made in portugal» dos últimos meses e têm novidades de peso para mostrar, começando pelo novo disco de Melo D, «Chega de Saudade» que será apresentado ao vivo. Dois concertos, um live act e dj sets (alguém falou em kuduro?!) que vão transfigurar (enchufar?!) a discoteca por uma noite. Quem quer estar atento ao que se faz nesta cidade já sabe que não pode faltar. Os outros(pelo menos...) ficam avisados.” (Luxmail)
CIDADE DE DEUS Hoje às 23h na RTP
"Buscapé é um jovem pobre, negro e muito sensível, que cresce num universo de muita violência. Buscapé vive na Cidade de Deus, uma favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos da cidade.Amedrontado com a possibilidade de se tornar num bandido, Buscapé acaba por ser salvo do seu destino pelo seu talento como fotógrafo, o qual permite que siga uma carreira na profissão.É através do seu olhar atrás da câmara fotográfica que Buscapé analisa o dia-a-dia da favela onde vive e onde a violência parece ser infinita..."
Um filme brasileiro que recebeu inúmeros prémios e quatro nomeações para os Óscares.
É um dos melhores filmes que vi.
Imperdível!
Um filme brasileiro que recebeu inúmeros prémios e quatro nomeações para os Óscares.
É um dos melhores filmes que vi.
Imperdível!
Alguns dos Dj sets que vi.
Dezperados
Tiga
Clubkitten
MissPopMaria
Evilheat
Miss Kittin
GiGi
James Murphy
Disorder
Yen Sung
Lukkas
Cláudio
Fulano 47
Kenny Killer
Andor Violeta
Rui Vargas
Leonaldo de Almeida
Pink Boy
Djs are not rock stars
Pasteleira City
Brigth Nights
Elektrodomestikos
Trans.missions
Poptrash
Hell
Iga
Born to dance
Kill your radio
We will rock you
Vibe
Vasco
Zé Pedro Moura
Pop of The Tops
Sempre Rock a Rolar
Ziggy Pop
Muitos destes Dj Sets são de amigos meus porque são os que mais gosto de ouvir.
Há alguns nomes que só provei uma vez e prometi que não voltava. Também há muitos que repeti vezes sem conta.
Tiga
Clubkitten
MissPopMaria
Evilheat
Miss Kittin
GiGi
James Murphy
Disorder
Yen Sung
Lukkas
Cláudio
Fulano 47
Kenny Killer
Andor Violeta
Rui Vargas
Leonaldo de Almeida
Pink Boy
Djs are not rock stars
Pasteleira City
Brigth Nights
Elektrodomestikos
Trans.missions
Poptrash
Hell
Iga
Born to dance
Kill your radio
We will rock you
Vibe
Vasco
Zé Pedro Moura
Pop of The Tops
Sempre Rock a Rolar
Ziggy Pop
Muitos destes Dj Sets são de amigos meus porque são os que mais gosto de ouvir.
Há alguns nomes que só provei uma vez e prometi que não voltava. Também há muitos que repeti vezes sem conta.
Alguns que vi #3
Ratos do Porão
Garotos Podres
Amarguinhas
Legendary Tiger Man
Repórter Estrábico
•Fadomorse
•Fora de Serviço
•Greedy Guru
•Eskarro Social
•Lekamon
•Baton
•DaGuida
•Bandas de amigos meus… Algumas chegaram a tocar em minha casa (como DaGuida, Lekamon, Eskarro social, Acratas e Freedoom)
Garotos Podres
Amarguinhas
Legendary Tiger Man
Repórter Estrábico
•Fadomorse
•Fora de Serviço
•Greedy Guru
•Eskarro Social
•Lekamon
•Baton
•DaGuida
•Bandas de amigos meus… Algumas chegaram a tocar em minha casa (como DaGuida, Lekamon, Eskarro social, Acratas e Freedoom)
Alguns concertos que vi #2
Rolling Stones
U2
Jamiroquai
Loosers
Blasted Mechanism
Good Charlotte
Datsuns
Blind Zero
Entre Aspas
Pedro Abrunhosa
David Fonseca
Silence 4
Palma´s Gang
Rui Veloso
Xutos e Pontapés
Rádio Macau
Swayzak
Sum 41
Crazy Girl
Princess Superstar
Esta lista tem muitas bandas que não gosto mas, como já as vi ao vivo, não as poderia deixar de assinalar.
O melhor concerto desta lista? Palma´s Gang no Hard Club (por mais incrível que possa parecer).
U2 (Alvalade 97) também foi muito bom, especialmente porque fazia todo o sentido na época.
U2
Jamiroquai
Loosers
Blasted Mechanism
Good Charlotte
Datsuns
Blind Zero
Entre Aspas
Pedro Abrunhosa
David Fonseca
Silence 4
Palma´s Gang
Rui Veloso
Xutos e Pontapés
Rádio Macau
Swayzak
Sum 41
Crazy Girl
Princess Superstar
Esta lista tem muitas bandas que não gosto mas, como já as vi ao vivo, não as poderia deixar de assinalar.
O melhor concerto desta lista? Palma´s Gang no Hard Club (por mais incrível que possa parecer).
U2 (Alvalade 97) também foi muito bom, especialmente porque fazia todo o sentido na época.
Alguns dos concertos que vi #1
Cure
Pixies
Iggy Pop and The Stooges
Sonic Youth
LCD soundsystem
Primal Scream
Peter Murphy
Jay Jay Johanson
Ska-P
Placebo
PJ Harvey
Rancid
Shelter
Prime
Mission
Young Gods
Portishead
Sérgio Godinho
Caetano Veloso
Clã
Censurados
Tara Perdida
Jorge Palma
Less Than Jake
Freedoom
Alien Squad
Ação Directa
M.A.D
X-wife
The Parkinsons
Chicks on Speed
Renegados de Boliqueime
Simbiose
Mancha Negra
Better Than Nothing
Descarga Etílica
Insurrectos
Acratas
Tribo Urbana
Yeah Yeah Yeahs
Blasted Machanism
Da weasel
Humanos
Peaches
Cabeças no Ar
Blind Zero
Skin
Moecheeba
Moloko
Plástica
Wraygunn
Hipnótica
Repórter Estrábico
Chemical Brothers
Air
Thievery Corporation
Rodrigo Leão
Muse
Sissor Sisters
Zoot Woman
…
Pixies
Iggy Pop and The Stooges
Sonic Youth
LCD soundsystem
Primal Scream
Peter Murphy
Jay Jay Johanson
Ska-P
Placebo
PJ Harvey
Rancid
Shelter
Prime
Mission
Young Gods
Portishead
Sérgio Godinho
Caetano Veloso
Clã
Censurados
Tara Perdida
Jorge Palma
Less Than Jake
Freedoom
Alien Squad
Ação Directa
M.A.D
X-wife
The Parkinsons
Chicks on Speed
Renegados de Boliqueime
Simbiose
Mancha Negra
Better Than Nothing
Descarga Etílica
Insurrectos
Acratas
Tribo Urbana
Yeah Yeah Yeahs
Blasted Machanism
Da weasel
Humanos
Peaches
Cabeças no Ar
Blind Zero
Skin
Moecheeba
Moloko
Plástica
Wraygunn
Hipnótica
Repórter Estrábico
Chemical Brothers
Air
Thievery Corporation
Rodrigo Leão
Muse
Sissor Sisters
Zoot Woman
…
Amanhã: Lisboa Soundz: Franz Ferdinand + Mogwai + Jimmy Chamberlin Complex + Bunnyranch
Novo festival na Doca Pesca: depois do Hype@Tejo, o Lisboa Soundz. Mas agora o assunto é rock - que mais podia ser com os Franz Ferdinand à cabeça? No lote cabem ainda os Mogwai, Jimmy Chamberlin Complex e Bunnyranch. A noite a marcar na agenda é a de 28 de Agosto.
A espera pelo regresso dos Franz Ferdinand foi curta mas ansiosa, depois do memorável concerto com que a formação escocesa brindou o Sudoeste no ano passado. E há mais um motivo para não perder o seu momento de rock "arty" cheio de estilo: têm música nova. Em Setembro, vão lançar "You Could Have It So Much Better... With Franz Ferdinand", o aguardado sucessor do fenomenal disco de estreia homónimo.
Os compatriotas Mogwai contam, por seu lado, com a força do culto. Stephen Malkmus, dos extintos Pavement, diz que são simplesmente "'a' banda do século XXI". Remam contra a facilidade das marés de lugares comuns, fundindo a paixão pelo rock com uma vertente mais experimental.
A novidade trazida pelo Lisboa Soundz é a estreia do Jimmy Chamberlin Complex, o novo projecto do baterista dos extintos Smashing Pumpkins (e dos Zwan). A acompanhá-lo está o amigo e multi-intrumentista Billy Mohler. O nome da primeira produção não podia ser mais claro: "Life Begins Again".
As figuras nacionais da lista são os Bunnyranch. Que toda a gente se levante, porque até o baterista toca em pé. É rock carimbado com o selo de Coimbra, o que significa músculo e um estalo para consumir assim, sem anestesia nem nada. (publico.pt)
Depois de uma semana de cama, vai ser difícil.
Vamos lá ver se amanhã já consigo aguentar mais de cinco minutos em pé.
A espera pelo regresso dos Franz Ferdinand foi curta mas ansiosa, depois do memorável concerto com que a formação escocesa brindou o Sudoeste no ano passado. E há mais um motivo para não perder o seu momento de rock "arty" cheio de estilo: têm música nova. Em Setembro, vão lançar "You Could Have It So Much Better... With Franz Ferdinand", o aguardado sucessor do fenomenal disco de estreia homónimo.
Os compatriotas Mogwai contam, por seu lado, com a força do culto. Stephen Malkmus, dos extintos Pavement, diz que são simplesmente "'a' banda do século XXI". Remam contra a facilidade das marés de lugares comuns, fundindo a paixão pelo rock com uma vertente mais experimental.
A novidade trazida pelo Lisboa Soundz é a estreia do Jimmy Chamberlin Complex, o novo projecto do baterista dos extintos Smashing Pumpkins (e dos Zwan). A acompanhá-lo está o amigo e multi-intrumentista Billy Mohler. O nome da primeira produção não podia ser mais claro: "Life Begins Again".
As figuras nacionais da lista são os Bunnyranch. Que toda a gente se levante, porque até o baterista toca em pé. É rock carimbado com o selo de Coimbra, o que significa músculo e um estalo para consumir assim, sem anestesia nem nada. (publico.pt)
Depois de uma semana de cama, vai ser difícil.
Vamos lá ver se amanhã já consigo aguentar mais de cinco minutos em pé.
Festival Paredes de Coura
Dias 15, 16, 17 e 18
A não perder: Pixies e Nick Cave & The Bad Seeds
Não é só mas estes dois motivos bastam.
A não perder: Pixies e Nick Cave & The Bad Seeds
Não é só mas estes dois motivos bastam.
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