The Horrors
Dizem que fazem punk, garage e surf music. Esta talvez não seja a melhor descrição para uma banda que mistura tantos géneros. É que também podem ser rock ou outra coisa qualquer. São bons. E a música deles também dá para dançar, melhor ainda! O álbum de estreia, Strange House, sai dia 5 de Março.
Por enquanto, satisfaçamo-nos com o myspace. www.myspace.com/thehorrors
Post dedicado ao meu caro Luis Baunilha que me acaba de dar a conhecer esta agradável surpresa.
Relíquias #5 Guitar Wolf
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Maxime reabre Sábado
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O director da casa de espectáculos, Bo Backstrom, afirmou à Lusa que o funcionamento do espaço «vai ter de ser diferente por causa das limitações ao barulho».
«Às quintas, sextas e sábados, mantemos os concertos, mas vão ser mais acústicos, vamos ter o máximo cuidado», afirmou, acrescentando, que o Maxime irá passar a fechar às quatro da manhã e em algumas noites abrirá mais cedo.
Já morei mesmo ao lado e nunca passei por lá. Vai ser desta.
Pop Dell´Arte, sábado, nos Maus Hábitos
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Relíquias #4 The Fall
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Nascidos na época alta de Manchester, os Fall (nome tirado de um livro de Camus), lançam o seu primeiro álbum “Live At The Witch Trials” em 1979, seguem-se “Dragnet”, “Total´s Turns” e “Grotesque”.
Apesar de continuarem a lançar discos, os inícios dos anos 80 foram tempos de uma certa atonia para os Fall, mas, a partir de 84, com a entrada da mulher de Smith (Brix) para a guitarra, a banda tomou um rumo mais pop o que facilitou a comercialização da música. Em 85, sai “This Nation Saving Grace” que leva os Fall até alguns tops ingleses. Mas, apesar das mudanças, a música deles sempre foi demasiado abrasiva e densa para o “mainstream”. Ou, como costuma dizer o Zé-Ninguém, “o gajo não morreu como o Curtis, senão eram uns Joy Division”. Também me parece.
Apesar de tudo, os Fall sempre foram e são uma banda de culto. Continuam a lançar discos, a ter fãs em todo o mundo e a servir de inspiração para as novas gerações de bandas underground.
(baseado no allmusic-biography)
Apesar de continuarem a lançar discos, os inícios dos anos 80 foram tempos de uma certa atonia para os Fall, mas, a partir de 84, com a entrada da mulher de Smith (Brix) para a guitarra, a banda tomou um rumo mais pop o que facilitou a comercialização da música. Em 85, sai “This Nation Saving Grace” que leva os Fall até alguns tops ingleses. Mas, apesar das mudanças, a música deles sempre foi demasiado abrasiva e densa para o “mainstream”. Ou, como costuma dizer o Zé-Ninguém, “o gajo não morreu como o Curtis, senão eram uns Joy Division”. Também me parece.
Apesar de tudo, os Fall sempre foram e são uma banda de culto. Continuam a lançar discos, a ter fãs em todo o mundo e a servir de inspiração para as novas gerações de bandas underground.
(baseado no allmusic-biography)
Post dedicado ao caro Lugones
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