1001 Discos para ouvir antes de morrer #Circle Jerks

Na cena punk de Los Angeles do início dos anos 80, ninguém tinha conjugado a política e a diversão como os Circle Jerks no seu clássico álbum de estreia Group Sex. O grupo formou-se em 1980, quando o vocalista original dos Black Flag, Keith Morris, abandonou a formação do grupo para iniciar o seu próprio projecto com o guitarrista fundador dos Redd Kross, Greg Hetson, o baixista Roger Rogerson e o baterista Lucky Lehrer. O quarteto rapidamente ganhou reputação de devorador selvagem de cerveja, o que ajudou a definir a cena do punk festivo da época.
Para além da sua brevidade 14 canções em apenas 15 minutos – Group Sex é um documento desnudado, perspicaz e centrado no tema da frustração adolescente que se mantém em Damaged Black Flag. A forma presunçosa de recitar de Morris e as alterações de ritmo de Hetson e Leher presentes em canções sobre alienação, sexo e drogas, fazem deste disco uma peça obrigatória para qualquer punk-rock que se preze, um disco que despertou o interesse do lendário DJ Britânico John Peel.
Nos últimos anos, Hetson uniu-se ao grupo Bad Religion. Os membros restantes flutuaram pela música, chegando mesmo a gravar com a cantora pop0 Debbie Gibson. Ainda assim, sem dúvida, Group Sex foi grandemente influente junto de bandas californianas de punk hedonista.
Para além da sua brevidade 14 canções em apenas 15 minutos – Group Sex é um documento desnudado, perspicaz e centrado no tema da frustração adolescente que se mantém em Damaged Black Flag. A forma presunçosa de recitar de Morris e as alterações de ritmo de Hetson e Leher presentes em canções sobre alienação, sexo e drogas, fazem deste disco uma peça obrigatória para qualquer punk-rock que se preze, um disco que despertou o interesse do lendário DJ Britânico John Peel.
Nos últimos anos, Hetson uniu-se ao grupo Bad Religion. Os membros restantes flutuaram pela música, chegando mesmo a gravar com a cantora pop0 Debbie Gibson. Ainda assim, sem dúvida, Group Sex foi grandemente influente junto de bandas californianas de punk hedonista.
in "1001 Discos para ouvir anes de morrer
seleccionados e escritos por 90 críticos internacionais de renome"
seleccionados e escritos por 90 críticos internacionais de renome"
Led Zeppelin poderão reunir-se
Os britânicos Led Zeppelin poderão tornar-se a mais recente banda a reunir-se após um longo hiato.Segundo uma estação de rádio de Toronto, Canadá, o baixista John Paul Jones tem conversado com o guitarrista Jimmy Page e com o vocalista Robert Plant sobre a possibilidade de o grupo se juntar para alguns concertos.
A banda separou-se em 1980 após a morte do baterista John Bonham. Desde então, o grupo reuniu-se em 1985, 1988 e 1995 para eventos especiais, como o Live Aid. (in disco digital)
Xeque-Mate, 28 anos depois o reencontro
The Horrors
Dizem que fazem punk, garage e surf music. Esta talvez não seja a melhor descrição para uma banda que mistura tantos géneros. É que também podem ser rock ou outra coisa qualquer. São bons. E a música deles também dá para dançar, melhor ainda! O álbum de estreia, Strange House, sai dia 5 de Março.
Por enquanto, satisfaçamo-nos com o myspace. www.myspace.com/thehorrors
Post dedicado ao meu caro Luis Baunilha que me acaba de dar a conhecer esta agradável surpresa.
Relíquias #5 Guitar Wolf
Os japoneses Guitar Wolf tocam rápido e sujo punk rock. Do trio – formado nos inícios dos anos 80 – fazia parte o guitarrista Seiji, o baixista Billy e o baterista Toru. Apesar dos dois primeiros álbuns só terem saído no Japão, a crescente importação dos discos para os E.U.A e a publicidade, feita boca-a-boca, sobre os seus incendiários concertos, asseguraram um contrato discográfico para os dois álbuns subsequentes, Wolf Rock e Kung Fu Ramone. E, uma performance numa loja em Nova Iorque bastou para que lhe oferecessem um contrato discográfico; 1996´s Missile Me! foi a primeira gravação feita para a prestigiada editora Matador. Em 2003, mudaram para a Narnak. Em 2004 lançam Rock ´n´Roll Etiquete. Depois de uma tour por todos os E.U.A em 2005, o trio regressa ao Japão. Em Março do mesmo ano, Billy sofre um ataque cardíaco e deixa os fãs aos 38 anos (baseado no allmusicbiography). A banda continua a tocar com Ug no baixo e a gravar pela sony. E já há disco para este ano. Aguardo.Maxime reabre Sábado
Depois de encerrado a 18 de Agosto do ano passado pela autarquia Lisboeta, o Maxime reabre este sábado, dia 27 de Janeiro.
O director da casa de espectáculos, Bo Backstrom, afirmou à Lusa que o funcionamento do espaço «vai ter de ser diferente por causa das limitações ao barulho».
«Às quintas, sextas e sábados, mantemos os concertos, mas vão ser mais acústicos, vamos ter o máximo cuidado», afirmou, acrescentando, que o Maxime irá passar a fechar às quatro da manhã e em algumas noites abrirá mais cedo.
Já morei mesmo ao lado e nunca passei por lá. Vai ser desta.
Pop Dell´Arte, sábado, nos Maus Hábitos
Em 1985, Rui Veloso deu 0 pontos aos Pop Dell ´Arte em todos os critérios de avaliação do Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vous. Quem quiser, pode vingar-se no jogo que há no site da banda www.popdellarte.net. Eu joguei.Relíquias #4 The Fall
Das bandas punk e pós-punk do fim dos anos 70, nenhuma teve uma vida tão longa e se proliferou mais. Apesar de terem sofrido várias mudanças ao longo dos tempos, a figura central dos Fall sempre foi o vocalista Mark E. Smith que, com a sua voz quase incompreensível e com o seu cinismo adstringente, se torna uma lenda do indie e do rock alternativos. A base do som dos Fall sempre foi quase cacofónica, caracterizando-se pela mistura de recortes de som intensos na guitarra, do cantar-falar de Mark Smith e pela presença dos teclados. Nascidos na época alta de Manchester, os Fall (nome tirado de um livro de Camus), lançam o seu primeiro álbum “Live At The Witch Trials” em 1979, seguem-se “Dragnet”, “Total´s Turns” e “Grotesque”.
Apesar de continuarem a lançar discos, os inícios dos anos 80 foram tempos de uma certa atonia para os Fall, mas, a partir de 84, com a entrada da mulher de Smith (Brix) para a guitarra, a banda tomou um rumo mais pop o que facilitou a comercialização da música. Em 85, sai “This Nation Saving Grace” que leva os Fall até alguns tops ingleses. Mas, apesar das mudanças, a música deles sempre foi demasiado abrasiva e densa para o “mainstream”. Ou, como costuma dizer o Zé-Ninguém, “o gajo não morreu como o Curtis, senão eram uns Joy Division”. Também me parece.
Apesar de tudo, os Fall sempre foram e são uma banda de culto. Continuam a lançar discos, a ter fãs em todo o mundo e a servir de inspiração para as novas gerações de bandas underground.
(baseado no allmusic-biography)
Apesar de continuarem a lançar discos, os inícios dos anos 80 foram tempos de uma certa atonia para os Fall, mas, a partir de 84, com a entrada da mulher de Smith (Brix) para a guitarra, a banda tomou um rumo mais pop o que facilitou a comercialização da música. Em 85, sai “This Nation Saving Grace” que leva os Fall até alguns tops ingleses. Mas, apesar das mudanças, a música deles sempre foi demasiado abrasiva e densa para o “mainstream”. Ou, como costuma dizer o Zé-Ninguém, “o gajo não morreu como o Curtis, senão eram uns Joy Division”. Também me parece.
Apesar de tudo, os Fall sempre foram e são uma banda de culto. Continuam a lançar discos, a ter fãs em todo o mundo e a servir de inspiração para as novas gerações de bandas underground.
(baseado no allmusic-biography)
Post dedicado ao caro Lugones
FIM DE ANO @ PORTO RIO

MATA RATOS www.myspace.com/mataratos1982
MOTORNOISE www.myspace.com/motornoise
Punk´n´roll djs all night
E agora levanto o pano!
O novo projecto de que vos falava era este...

Eu e o Frágil vamos abrir uma loja de música no Centro Comercial Cedofeita: A INVASION ROCK. Apesar de a loja ser especializada em metal e vinil, poderão encontrar lá rock, gótico, punk, entre outros.
Dar-vos-ei mais pormenores quando a loja abrir, o que acontecerá, em princípio, no final da próxima semana.
Até lá, desejem-me sorte!
Dar-vos-ei mais pormenores quando a loja abrir, o que acontecerá, em princípio, no final da próxima semana.
Até lá, desejem-me sorte!
Dead Singer, quinta-feira, na Fábrica do Som
Aos meus caros leitores, peço desculpa pela falta de conteúdos no blog mas novos projectos se avizinham e o tempo urge!
Entretanto, vou deixando flyers de concertos que vou indo ou que iria se fosse possível.
Eis o próximo:
FDS
Hoje e amanhã
Real Feytoria (Rua Infante D. Henrique - Porto)
a partir da 1h
Porto Rio
23h
(Cristiano vs Henry dj set)
Galeria (Rua das Flores, 138 - Porto)
a paritr das 24h
Parkinsons regressam ao activo

Os Parkinsons estão de volta. Depois de convidados para o espectáculo de comemoração do 10º aniversário do Dirty Water Club (Londres), decidiram fazer uma mini-digressão em Portugal e Espanha.
Já têm três datas confirmadas:
30 Novembro na Galeria Zé dos Bois (Lisboa)
1 Dezembro (em Castelo Branco)
2 Dezembro no Porto-Rio(Porto)
Provedor do leitor
Comentário do guitarrista de Speedtrack, Óscar, ao “post” “Pintado de fresco”, de Sexta-feira, 10 de Novembro de 2006
"Sim senhor, parabéns, é muito salutar de repente um esboço de video-clip (duma música gravada em 2000) fazer reviver febres súbitas por bandas de que até à pouco não conhecia patavina, que nunca se viu, que se tem informações erradas...enfim o jornalismo romântico e democrático dos blogs tal nos permite. Mas até aí, menos mal.E por falar em desinformação - "Em 2002, Frágil cria os Speedtrack, banda rock que dura 4 anos." Ao contrário do indicado neste e noutro(s) blog(s) e no myspace de certa banda virtual, os Speedtrack foram mais ou menos oficialmente criado com entrada do Xico como 3.º elemento em 1999 (99-2002 - que grande hiato! 2002+4=2006 - devem ter acabado há pouco, mais um bocadinho e ainda acababam no próximo Dezembro). E a sua origem...se a memória hedonista não me atraiçoa foi algures pelo S.João de 1998 num saudoso bar chamado Comix (salvé Rodas) numa conversa entre mim (Oscar)e o Frágil. É estranho que o criador dos Speedtrack não tenha conseguido criar sem co-autoria música alguma da banda, mas se calhar a palavra criação tem muitos significados, dependendo do artista. A nível de criação, não "da" criação, o Ricardo (elemento mais tardio, mas fundamental) poderá assumir comigo uns 90% das coisas que dali saíram.Mas o que fez escrever isto é a unilateralidade dum acto como a criação espontânea dum espaço no myspace em nome duma banda, que, podendo funcionar bem ou mal, sempre foi democrática. Onde estavamos quando o Xico se esforçava para aprender a manejar os instrumentos informáticos que lhe permitiriam edificar o site dos Speedtrack - pois é, se calhar a banda ainda nem existia, pois foi antes de 2002. Nessa altura eram pedidas opiniões às pessoas, pois é, nessa altura a banda não era virtual como agora.É engraçado dizer-se que as bandas "só tocam quando e durante o tempo que simplesmente lhes apetece" - não posso concordar mais, é que nem todos têm dinheiro a perder se acabarem (como os Rolling Stones), ou seja devem acabar quando o nível de satisfação pessoal não justifica o esforço dispendido. Porque ter uma banda acarreta gastos de tempo e dinheiro; obriga o investimento em material, em ensaios, deslocações; implica uma gestão de egos (nem sempre fácil, sobretudo quando as pessoas são bastante diferentes umas dasoutras). Não foi certamente a senhorita que andou a acartar o pesado back-line dos Speedtrack durante a sua existência. Uma banda é um trabalho de equipa e quando a equipa não funciona...Os tais motivos "que nem vale a pena referir"- cada elemento da banda terá os seus. Eu tenho os meus para ter tido iniciativa de sair, o Frágil terá tido os dele para quando instado pelos outros elementos não ter querido continuar, e assim sucessivamente. Como diz o amigo Ferro (esse sim, uma das pessoas que nos acompanhou dum modo não virtual - e foi para nós e para essas pessoas que existimos enquanto existimos): -"Acabaram por alguns motivos, da mesma forma que começaram". "
Resposta ao comentário acima transcrito
Antes de mais, agradeço o seu contributo no meu blog. Fico bastante satisfeita por lhe dar importância. É sempre bom saber que tenho leitores atentos aos meus posts.
Primeiramente, não tive nenhuma febre súbita (ainda bem, que isto das gripes anda complicado). Conheço Speedtrack há já alguns anos e sempre fui fã. Eu compreendo que não conheça todas as pessoas que iam aos seus concertos. Compreendo, em primeiro lugar, porque num dos concertos que fui o Óscar não tocou e, em segundo lugar, porque o ego muitas vezes embriaga-nos de tal forma que não conseguimos reparar nas pessoas que estão à nossa volta.
Em segundo lugar, devia saber que o que se pratica na maior parte dos blogs não é jornalismo. Mas não entremos em esclarecimentos teóricos que, para isso, já me basta a faculdade. Para além disso, é curioso descrever a forma como escrevo de “romântico(a) e democrático(a)”, nunca nenhuma pessoa dos meios de comunicação para os quais escrevi me tinha dito tal.
Em relação à minha gralha temporal, agradeço a chamada de atenção. Efectivamente, não tinha reparado nela. Rectificá-la-ei logo que possível. E, falemos só de nós porque nunca se sabe, na íntegra, o que é que as outras pessoas pensam… Mais, o texto a que se refere diz respeito, exclusivamente, ao percurso artístico do vocalista e não da banda da qual já fez parte, logo, seria despropositado descrever exaustivamente o percurso dessa banda.
Quanto às peripécias da criação da banda e da vossa convivência, não me cabe ter conhecimento delas. Na verdade, não me parece que tenha qualquer relevância se foi num bar ou em frente ao rio ou, ainda, se foi no S. João ou no S. António.
Relativamente à criação do “myspace” dos speedtrack, fi-lo com mais alguns fãs que se juntaram para manter viva a memória de uma banda que gostamos. Não lhe pedi opinião acerca dele porque, como a banda não tinha criado ainda, pensei que não se tratava de um acontecimento importante. No entanto, teremos todo o gosto que membros da banda participem activamente na sua construção. O mesmo se passa em relação ao vídeo, enviaram-mo via e-mail. Como já era público (no “You Tube”), tomei a liberdade de o publicitar.
Efectivamente, não fui eu que andei a “acartar o pesado back-line dos Speedtrack durante a sua existência”, e, por favor, não me deseje tão má sorte!
Em relação ao desfecho da banda, encaro-o, juntamente com os outros fãs, como uma perda. Quanto aos motivos, e, mais uma vez, não considero relevante referi-los.
Por último, se não dá qualquer relevância ao “modo virtual”, por que é que se deu ao trabalho de escrever tão extensamente num blog?
Relíquias #3 The Germs
“Living fast and dying young” é um dos maiores clichés do rock mas não há frase que melhor descreva as razões para a morte dos Germs, banda arruinada pelo seu perversamente carismático vocalista Paul Beahm, inicialmente mais conhecido por Bobby Pyn e mais tarde por Darby Crash (nome com o qual ficou mais conhecido), que morre com 22 anos "ao estilo Sid Vicious”.Crash combinava influências tão diversas como a música dos Sex Pistols (e do punk inglês em geral), a cena do CBGB´s, e a teatralidade de Bowie, Iggy e Lou Reed. Era o perfeito “frontman”. No palco, acompanhado pelo guitarrista Pat Smear (mais tarde dos Nirvana e Foo Fighters), pela baixista Lorna Doom, e pelo baterista Don Bolles, Crash adornava-se com qualquer coisa que o público lhe mandasse, despindo-se à medida que a banda expelia espasmos de simples mas atilado punk rock.
Esta loucura nunca foi registada por uma editora (como é que é possível?). A carreira dos Germs é baseada numa só edição, produzida pelo fã Joan Jett, que foi gravada durante a curta vida de Crash. "GI" é uma excelente amostra dos primórdios do punk rock de L.A mais letrado, e compila o que de melhor tem sido feito pelos poucos intelectuais daquele local.
Em 1980, Crash enche as veias de heroína e os Germs acabam.
O vocalista vai para Inglaterra e, quando volta a L.A, começa uma carreira a solo. O valioso trabalho que gravou neste período é raro, mas, felizmente, a maior parte dos seus concertos podem ser ouvidos na derradeira gravação dos Germs “Germs (MIA) The Complete Anthology”.
(baseado no allmusic - biography)
Ao que parece, vão fazer uma tour este ano com um novo vocalista. Espero que não seja mais um daqueles casos em que só voltam para estragar o que já foi feito.
ver em www.myspace.com/germsreturn
I got the no pussy blues ou Nick Cave pós-Bad Seeds
"Foul-mouthed, noisy, hairy, and damn well old enough to know better, Grinderman are Nick Cave, Warren Ellis, Martyn Casey and Jim Sclavunos." (in myspace.com/grinderman)
São os Grinderman, a nova banda de Cave e de alguns dos seus habituais Bad Seeds. A ausência mais notável é a de Mick Harvey, com quem Cave já colabora há mais de 30 anos, desde a formação dos Boys Next Door (ou da banda que esteve na origem destes), no início dos anos 70.
O álbum de estreia sai em Março do próximo ano.
SPEEDTRACK
Detesto quando as bandas acabam tarde demais mas o que me irrita mesmo são as bandas hedonísticas. Só tocam quando e durante o tempo que simplesmente lhes apetece. Esta é um exemplo duplamente irritante, primeiro porque acabou demasiado cedo, depois por motivos que nem sequer vale a pena referir.
Contentemo-nos com o que ficou…
"EU SOU AQUELE" - 2:43m (MP3)
"APOSTO CONTIGO" - 3:28m (MP3)
"HÁ QUE VIOLENTAR O SISTEMA" - 5:08 (MP3)
Contentemo-nos com o que ficou…
"EU SOU AQUELE" - 2:43m (MP3)
"APOSTO CONTIGO" - 3:28m (MP3)
"HÁ QUE VIOLENTAR O SISTEMA" - 5:08 (MP3)
Mediatic Slaves no Porto Rio

O concerto não foi bom. Também não foi mau. Mais ou menos, mais ou menos? Talvez menos.
Os Mediatic Slaves começaram com uma postura de superioridade perante o público e só a deixaram quase no fim, quando repararam que ele responde, quase sempre, aos apelos da banda. É verdade que a sala estava quase vazia, que o público não estava eufórico para os ver mas estava lá, tinha pago um bilhete, e, por isso, merecia mais apreço. Merecia que lhe falasse em português (mas por que carga d´água é que uma vocalista portuguesa fala em inglês em Portugal?), que o respeitasse como espectador de concerto e que não estivesse constantemente a insinuar que, porque não estava esfuziante por os verem, pareciam meninos do coro da igreja. Ora, de uma banda que incorpora membros que já pertencem a outras com uma certa (bastante?) projecção, que já tocaram em outras salas europeias e algumas americanas, esperava-se uma atitude mais madura.
Pretensiosíssimos à parte, gostei bastante da música - muito do mérito reservado à vocalista. A trilogia electro – punk – Siouxsie And The Banshees tem garra e, apesar de não surpreender, funciona.
Mediatic Slaves, sexta-feira, no Porto Rio
Suspiria Franklyn, a líder dos Les Baton Rouge, está de regresso a portugal e com ela o seu projecto Mediatic Slaves, um projecto que conta ainda com James Jacket (Kiute Loss, Les Baton Rouge) e Synthetique (Loop Sound Distortion).O resto da noite estará a cargo do Frágil
Há alma (ex- Aqui D´el-Rock) vs Antena 3


From: há alma
Date: Oct 20, 2006
7:10 AM
7:10 AM
"calhou sintonizar a rádio e saber deste endereço. como nós não conseguimos arranjar forma de saber o porquê de estarmos a ser ignorados pela antena 3, podia ser que por este meio conseguisse obter feed-back... podia!? podia ser que soubessemos porque é que o cd dos "há alma" que para aí enviamos há tempos nunca foi passado,... será que a música que fazemos é inaudível? ou que o cd foi estraviado?... ou que alguém o levou para sÍtio incerto sem dar cavaco?... e porque será que nunca fomos sequer referidos?... será que os emails que enviámos foram escritos em caracteres por vós desconhecidos?... que é preciso ter sempre uma editora por detrás? ou umas boas cunhas?... porque será que a antena 3 tem estado sistematicamente a censurar a música e toda a informação sobre os "há alma" e a banda que está na sua génese - os "aqui d'el-rock"?... será que é desta que obtenho alguma resposta, será??????????????????????????????????????????"
jc serra
From: Rui Estêvão
Date: Oct 20 2006
15:24
Subject: RE: ... será?
"Com essa entrada a matar é realmente dificil dar uma resposta. Posso te dizer que vou ouvir,e que pelo menos aqui ninguem tem nada contra vocês com toda a certeza. Abraços e até já
ISTO NÃO É UM NOVO SPOT DA TMN. ISTO É O SERVIÇO PÚBLICO DA ANTENA 3 - A QUINTA DE ALGUNS PORTUGUESES - ONDE AS RESPOSTAS SÃO TÃO DIFICIEIS, QUE NEM SE ALCAÇAM!"
From: Rui Estêvão
Date: Oct 23 2006
15:42
Subject: RE: RÁDIO BLUFF
"Caro, não dá para conversar assim, não quis deixar de te responder que a Rádio a que chamas Radio Bluff já lançou dezenas de bandas boas portuguesas, se calhar a tua não é tão boa como pensas, lamento, eu tambem não sou o melhor, mas trabalho para isso. Boa Sorte
Daza Cominatcha, hoje, no Mercedes
Conheço a música deles há já alguns anos. Lembro-me de ter comprado uma das maquetas (Wrinkled or just Wrinkled) na faculdade, a um dos membros da banda. Ao que parece, estão agora a ter a repercussão que merecem. O álbum está fantástico. Com muita pena minha, ainda não os consegui ver ao vivo. Se estivesse no Porto, não faltaria!www.dazacominatcha.com
www.myspace.com/dazacominatcha
CBGB fecha as portas
O clube nova-iorquino CBGB fechou as portas no passado Domingo.Depois de mais de 30 anos de actividade onde deu voz a bandas de rock alternativo, o espectáculo de despedida contou com a participação de Patti Smith.O último concerto neste espaço lendário, que conseguiu impulsionar a carreira de bandas como os Ramones ou Talking Heads, conseguiu atrair centenas de fãs.
As paredes do clube estiveram cobertas por camadas de folhetos bem como pela lista de artistas que subiram ao palco desde a sua inauguração, em 1973.
A causa do encerramento do CBGB foi uma forte especulação imobiliária que exigia ao seu dono, Hilly Kristal, o pagamento de um aluguer de 65.000 dólares mensais.
As paredes do clube estiveram cobertas por camadas de folhetos bem como pela lista de artistas que subiram ao palco desde a sua inauguração, em 1973.
A causa do encerramento do CBGB foi uma forte especulação imobiliária que exigia ao seu dono, Hilly Kristal, o pagamento de um aluguer de 65.000 dólares mensais.
(in cotonete)
Ideias soltas sobre os concertos do fim-de-semana
Se já viram alguma vez, é o mesmo: bom rock n´roll.
www.myspace.com/bloodsafari
www.myspace.com/bloodsafari
Gostei da postura esquizofrénica do vocalista.
A menina (baixo) precisa de atitude mais “hard” para que a banda se complete.
www.myspace.com/blacktimemutant77
A menina (baixo) precisa de atitude mais “hard” para que a banda se complete.
www.myspace.com/blacktimemutant77
CRISE TOTAL no primeiro aniversário da INVASIONROCK
A InvasionRock é uma loja de música e "merchandising" on-line, especializada em Metal, Punk e Gótico e, também, uma das principais responsáveis pela organização de concertos e projecção de novas bandas “underground.

CRISE TOTAL
Os crise total começaram em 1983. Eles eram João Filipe na bateria , Paulo ampola no baixo, manolo na voz, e Rui ramos na guitarra.
A "crise" começou desta forma na sua explosão de força e velocidade a ocupar um lugar particular de destaque no panorama "underground" em portugal.
Em 1984, data do primeiro festival de musica moderna do Rock Rendez Vous, foram considerados a banda revelação entre as muitas que passaram por este clube. Consequentemente, mereceram a sua única gravação oficial feita até à data,com a inclusão de um dos mais representativos hinos do punk / hc português -"assassinos poder" - na compilação editada a partir do certame organizado pela casa mãe do rock nacional.
Os crise total alcançaram desde o início o estatuto de banda culto. Os seus temas ficaram ne história graças às cassetes que se iam gravando sobretudo em concertos no R.R.V. e que foram passando de mão em mão, de irmão mais velho para irmão mais novo, por entre todos os amigos daquilo a que podemos chamar o punk rock português.
Na mesma altura dos crise, circulavam (e agitavam) também dentro da mesma linha na zona da grande lisboa, bandas como: os mata-ratos, os kú de judas e os grito final.
Em finais de 84 o ampola saí e entra o pejó para o baixo.
Em 85 voltam aparticipar no concurso do rock rendez vous.
1986 - participaram num festival punk no porto junto com: os cães a morte e o desejo (cães vadios), cagalhões e kú de judas.
Em lisboa sucedem-se os concertos junto com: mata-ratos e kú de judas (nomeadamente o concerto na comuna), e ainda um concerto no almadense com os xutos & pontapés.
No final do ano, o João Filipe resolve deixar a bateria, a crise e o país e vai para o canadá em vez de ir para a tropa...também o manolo abandona o grupo para só regressar em 88 (o último concerto com os dois foi em dez. 86 no rock Rendez Vous).
1987-entra o Tiago para a voz e o rui barata para bateria.
1988-interrupção (quase) definitiva dos crise após concertos com os bastardos do cardeal e com os morituri...
A crise continua!...
Em 1995 os crise regressaram, mas desta vez com joão filipe ( entretanto de regresso às origens), pejó, rui ramos e os eternos fãs da banda: xico (subcaos, porcos sujos ) que foi para os berros e "libelinha" (x-acto, ,porcos sujos) para o baixo.
Os concertos sucederam-se a todo o vapor (Johnny Guitar,voz do operário, cave das químicas, pav. das caldas da rainha etc. ...
Em 1996-é lançado o cd "e a crise continua..." pela fast n´loud com 16 temas clássicos da banda gravados em estúdio.
http://www.myspace.com/crisetotal
br.geocities.com/punk_77pt/crise_total.html
A ideia dos Crise (quase) Total surgiu em 2003, ano em que se completaram 20 anos desde a 1ª formação de Crise Total. Rui, um dos membros fundadores da banda, decidiu revivalizar os temas clássicos daquela que, para muitos, continua a ser uma instituição do Punk-Rock Nacional…
http://www.myspace.com/crisequasetotal
A "crise" começou desta forma na sua explosão de força e velocidade a ocupar um lugar particular de destaque no panorama "underground" em portugal.
Em 1984, data do primeiro festival de musica moderna do Rock Rendez Vous, foram considerados a banda revelação entre as muitas que passaram por este clube. Consequentemente, mereceram a sua única gravação oficial feita até à data,com a inclusão de um dos mais representativos hinos do punk / hc português -"assassinos poder" - na compilação editada a partir do certame organizado pela casa mãe do rock nacional.
Os crise total alcançaram desde o início o estatuto de banda culto. Os seus temas ficaram ne história graças às cassetes que se iam gravando sobretudo em concertos no R.R.V. e que foram passando de mão em mão, de irmão mais velho para irmão mais novo, por entre todos os amigos daquilo a que podemos chamar o punk rock português.
Na mesma altura dos crise, circulavam (e agitavam) também dentro da mesma linha na zona da grande lisboa, bandas como: os mata-ratos, os kú de judas e os grito final.
Em finais de 84 o ampola saí e entra o pejó para o baixo.
Em 85 voltam aparticipar no concurso do rock rendez vous.
1986 - participaram num festival punk no porto junto com: os cães a morte e o desejo (cães vadios), cagalhões e kú de judas.
Em lisboa sucedem-se os concertos junto com: mata-ratos e kú de judas (nomeadamente o concerto na comuna), e ainda um concerto no almadense com os xutos & pontapés.
No final do ano, o João Filipe resolve deixar a bateria, a crise e o país e vai para o canadá em vez de ir para a tropa...também o manolo abandona o grupo para só regressar em 88 (o último concerto com os dois foi em dez. 86 no rock Rendez Vous).
1987-entra o Tiago para a voz e o rui barata para bateria.
1988-interrupção (quase) definitiva dos crise após concertos com os bastardos do cardeal e com os morituri...
A crise continua!...
Em 1995 os crise regressaram, mas desta vez com joão filipe ( entretanto de regresso às origens), pejó, rui ramos e os eternos fãs da banda: xico (subcaos, porcos sujos ) que foi para os berros e "libelinha" (x-acto, ,porcos sujos) para o baixo.
Os concertos sucederam-se a todo o vapor (Johnny Guitar,voz do operário, cave das químicas, pav. das caldas da rainha etc. ...
Em 1996-é lançado o cd "e a crise continua..." pela fast n´loud com 16 temas clássicos da banda gravados em estúdio.
http://www.myspace.com/crisetotal
br.geocities.com/punk_77pt/crise_total.html
A ideia dos Crise (quase) Total surgiu em 2003, ano em que se completaram 20 anos desde a 1ª formação de Crise Total. Rui, um dos membros fundadores da banda, decidiu revivalizar os temas clássicos daquela que, para muitos, continua a ser uma instituição do Punk-Rock Nacional…
http://www.myspace.com/crisequasetotal
Hard Club
20 de Outubro
22h
7€
Chico Buarque vem (en)cantar a Portugal
Peaches no Paradise Garage
Peaches traz consigo a Herms Band, composta por três raparigas do movimento Riot Grrrl: J.D. Samson (teclista dos Le Tigre), Radio Sloan (guitarrista dos The Need) e Sam Malone (baterista dos Hole e Eagles Of Death Metal).
Bilhetes a 20€
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