FIM DE ANO @ PORTO RIO

MATA RATOS www.myspace.com/mataratos1982
MOTORNOISE www.myspace.com/motornoise
Punk´n´roll djs all night
E agora levanto o pano!
O novo projecto de que vos falava era este...

Eu e o Frágil vamos abrir uma loja de música no Centro Comercial Cedofeita: A INVASION ROCK. Apesar de a loja ser especializada em metal e vinil, poderão encontrar lá rock, gótico, punk, entre outros.
Dar-vos-ei mais pormenores quando a loja abrir, o que acontecerá, em princípio, no final da próxima semana.
Até lá, desejem-me sorte!
Dar-vos-ei mais pormenores quando a loja abrir, o que acontecerá, em princípio, no final da próxima semana.
Até lá, desejem-me sorte!
Dead Singer, quinta-feira, na Fábrica do Som
Aos meus caros leitores, peço desculpa pela falta de conteúdos no blog mas novos projectos se avizinham e o tempo urge!
Entretanto, vou deixando flyers de concertos que vou indo ou que iria se fosse possível.
Eis o próximo:
FDS
Hoje e amanhã
Real Feytoria (Rua Infante D. Henrique - Porto)
a partir da 1h
Porto Rio
23h
(Cristiano vs Henry dj set)
Galeria (Rua das Flores, 138 - Porto)
a paritr das 24h
Parkinsons regressam ao activo

Os Parkinsons estão de volta. Depois de convidados para o espectáculo de comemoração do 10º aniversário do Dirty Water Club (Londres), decidiram fazer uma mini-digressão em Portugal e Espanha.
Já têm três datas confirmadas:
30 Novembro na Galeria Zé dos Bois (Lisboa)
1 Dezembro (em Castelo Branco)
2 Dezembro no Porto-Rio(Porto)
Provedor do leitor
Comentário do guitarrista de Speedtrack, Óscar, ao “post” “Pintado de fresco”, de Sexta-feira, 10 de Novembro de 2006
"Sim senhor, parabéns, é muito salutar de repente um esboço de video-clip (duma música gravada em 2000) fazer reviver febres súbitas por bandas de que até à pouco não conhecia patavina, que nunca se viu, que se tem informações erradas...enfim o jornalismo romântico e democrático dos blogs tal nos permite. Mas até aí, menos mal.E por falar em desinformação - "Em 2002, Frágil cria os Speedtrack, banda rock que dura 4 anos." Ao contrário do indicado neste e noutro(s) blog(s) e no myspace de certa banda virtual, os Speedtrack foram mais ou menos oficialmente criado com entrada do Xico como 3.º elemento em 1999 (99-2002 - que grande hiato! 2002+4=2006 - devem ter acabado há pouco, mais um bocadinho e ainda acababam no próximo Dezembro). E a sua origem...se a memória hedonista não me atraiçoa foi algures pelo S.João de 1998 num saudoso bar chamado Comix (salvé Rodas) numa conversa entre mim (Oscar)e o Frágil. É estranho que o criador dos Speedtrack não tenha conseguido criar sem co-autoria música alguma da banda, mas se calhar a palavra criação tem muitos significados, dependendo do artista. A nível de criação, não "da" criação, o Ricardo (elemento mais tardio, mas fundamental) poderá assumir comigo uns 90% das coisas que dali saíram.Mas o que fez escrever isto é a unilateralidade dum acto como a criação espontânea dum espaço no myspace em nome duma banda, que, podendo funcionar bem ou mal, sempre foi democrática. Onde estavamos quando o Xico se esforçava para aprender a manejar os instrumentos informáticos que lhe permitiriam edificar o site dos Speedtrack - pois é, se calhar a banda ainda nem existia, pois foi antes de 2002. Nessa altura eram pedidas opiniões às pessoas, pois é, nessa altura a banda não era virtual como agora.É engraçado dizer-se que as bandas "só tocam quando e durante o tempo que simplesmente lhes apetece" - não posso concordar mais, é que nem todos têm dinheiro a perder se acabarem (como os Rolling Stones), ou seja devem acabar quando o nível de satisfação pessoal não justifica o esforço dispendido. Porque ter uma banda acarreta gastos de tempo e dinheiro; obriga o investimento em material, em ensaios, deslocações; implica uma gestão de egos (nem sempre fácil, sobretudo quando as pessoas são bastante diferentes umas dasoutras). Não foi certamente a senhorita que andou a acartar o pesado back-line dos Speedtrack durante a sua existência. Uma banda é um trabalho de equipa e quando a equipa não funciona...Os tais motivos "que nem vale a pena referir"- cada elemento da banda terá os seus. Eu tenho os meus para ter tido iniciativa de sair, o Frágil terá tido os dele para quando instado pelos outros elementos não ter querido continuar, e assim sucessivamente. Como diz o amigo Ferro (esse sim, uma das pessoas que nos acompanhou dum modo não virtual - e foi para nós e para essas pessoas que existimos enquanto existimos): -"Acabaram por alguns motivos, da mesma forma que começaram". "
Resposta ao comentário acima transcrito
Antes de mais, agradeço o seu contributo no meu blog. Fico bastante satisfeita por lhe dar importância. É sempre bom saber que tenho leitores atentos aos meus posts.
Primeiramente, não tive nenhuma febre súbita (ainda bem, que isto das gripes anda complicado). Conheço Speedtrack há já alguns anos e sempre fui fã. Eu compreendo que não conheça todas as pessoas que iam aos seus concertos. Compreendo, em primeiro lugar, porque num dos concertos que fui o Óscar não tocou e, em segundo lugar, porque o ego muitas vezes embriaga-nos de tal forma que não conseguimos reparar nas pessoas que estão à nossa volta.
Em segundo lugar, devia saber que o que se pratica na maior parte dos blogs não é jornalismo. Mas não entremos em esclarecimentos teóricos que, para isso, já me basta a faculdade. Para além disso, é curioso descrever a forma como escrevo de “romântico(a) e democrático(a)”, nunca nenhuma pessoa dos meios de comunicação para os quais escrevi me tinha dito tal.
Em relação à minha gralha temporal, agradeço a chamada de atenção. Efectivamente, não tinha reparado nela. Rectificá-la-ei logo que possível. E, falemos só de nós porque nunca se sabe, na íntegra, o que é que as outras pessoas pensam… Mais, o texto a que se refere diz respeito, exclusivamente, ao percurso artístico do vocalista e não da banda da qual já fez parte, logo, seria despropositado descrever exaustivamente o percurso dessa banda.
Quanto às peripécias da criação da banda e da vossa convivência, não me cabe ter conhecimento delas. Na verdade, não me parece que tenha qualquer relevância se foi num bar ou em frente ao rio ou, ainda, se foi no S. João ou no S. António.
Relativamente à criação do “myspace” dos speedtrack, fi-lo com mais alguns fãs que se juntaram para manter viva a memória de uma banda que gostamos. Não lhe pedi opinião acerca dele porque, como a banda não tinha criado ainda, pensei que não se tratava de um acontecimento importante. No entanto, teremos todo o gosto que membros da banda participem activamente na sua construção. O mesmo se passa em relação ao vídeo, enviaram-mo via e-mail. Como já era público (no “You Tube”), tomei a liberdade de o publicitar.
Efectivamente, não fui eu que andei a “acartar o pesado back-line dos Speedtrack durante a sua existência”, e, por favor, não me deseje tão má sorte!
Em relação ao desfecho da banda, encaro-o, juntamente com os outros fãs, como uma perda. Quanto aos motivos, e, mais uma vez, não considero relevante referi-los.
Por último, se não dá qualquer relevância ao “modo virtual”, por que é que se deu ao trabalho de escrever tão extensamente num blog?
Relíquias #3 The Germs
“Living fast and dying young” é um dos maiores clichés do rock mas não há frase que melhor descreva as razões para a morte dos Germs, banda arruinada pelo seu perversamente carismático vocalista Paul Beahm, inicialmente mais conhecido por Bobby Pyn e mais tarde por Darby Crash (nome com o qual ficou mais conhecido), que morre com 22 anos "ao estilo Sid Vicious”.Crash combinava influências tão diversas como a música dos Sex Pistols (e do punk inglês em geral), a cena do CBGB´s, e a teatralidade de Bowie, Iggy e Lou Reed. Era o perfeito “frontman”. No palco, acompanhado pelo guitarrista Pat Smear (mais tarde dos Nirvana e Foo Fighters), pela baixista Lorna Doom, e pelo baterista Don Bolles, Crash adornava-se com qualquer coisa que o público lhe mandasse, despindo-se à medida que a banda expelia espasmos de simples mas atilado punk rock.
Esta loucura nunca foi registada por uma editora (como é que é possível?). A carreira dos Germs é baseada numa só edição, produzida pelo fã Joan Jett, que foi gravada durante a curta vida de Crash. "GI" é uma excelente amostra dos primórdios do punk rock de L.A mais letrado, e compila o que de melhor tem sido feito pelos poucos intelectuais daquele local.
Em 1980, Crash enche as veias de heroína e os Germs acabam.
O vocalista vai para Inglaterra e, quando volta a L.A, começa uma carreira a solo. O valioso trabalho que gravou neste período é raro, mas, felizmente, a maior parte dos seus concertos podem ser ouvidos na derradeira gravação dos Germs “Germs (MIA) The Complete Anthology”.
(baseado no allmusic - biography)
Ao que parece, vão fazer uma tour este ano com um novo vocalista. Espero que não seja mais um daqueles casos em que só voltam para estragar o que já foi feito.
ver em www.myspace.com/germsreturn
I got the no pussy blues ou Nick Cave pós-Bad Seeds
"Foul-mouthed, noisy, hairy, and damn well old enough to know better, Grinderman are Nick Cave, Warren Ellis, Martyn Casey and Jim Sclavunos." (in myspace.com/grinderman)
São os Grinderman, a nova banda de Cave e de alguns dos seus habituais Bad Seeds. A ausência mais notável é a de Mick Harvey, com quem Cave já colabora há mais de 30 anos, desde a formação dos Boys Next Door (ou da banda que esteve na origem destes), no início dos anos 70.
O álbum de estreia sai em Março do próximo ano.
SPEEDTRACK
Detesto quando as bandas acabam tarde demais mas o que me irrita mesmo são as bandas hedonísticas. Só tocam quando e durante o tempo que simplesmente lhes apetece. Esta é um exemplo duplamente irritante, primeiro porque acabou demasiado cedo, depois por motivos que nem sequer vale a pena referir.
Contentemo-nos com o que ficou…
"EU SOU AQUELE" - 2:43m (MP3)
"APOSTO CONTIGO" - 3:28m (MP3)
"HÁ QUE VIOLENTAR O SISTEMA" - 5:08 (MP3)
Contentemo-nos com o que ficou…
"EU SOU AQUELE" - 2:43m (MP3)
"APOSTO CONTIGO" - 3:28m (MP3)
"HÁ QUE VIOLENTAR O SISTEMA" - 5:08 (MP3)
Mediatic Slaves no Porto Rio

O concerto não foi bom. Também não foi mau. Mais ou menos, mais ou menos? Talvez menos.
Os Mediatic Slaves começaram com uma postura de superioridade perante o público e só a deixaram quase no fim, quando repararam que ele responde, quase sempre, aos apelos da banda. É verdade que a sala estava quase vazia, que o público não estava eufórico para os ver mas estava lá, tinha pago um bilhete, e, por isso, merecia mais apreço. Merecia que lhe falasse em português (mas por que carga d´água é que uma vocalista portuguesa fala em inglês em Portugal?), que o respeitasse como espectador de concerto e que não estivesse constantemente a insinuar que, porque não estava esfuziante por os verem, pareciam meninos do coro da igreja. Ora, de uma banda que incorpora membros que já pertencem a outras com uma certa (bastante?) projecção, que já tocaram em outras salas europeias e algumas americanas, esperava-se uma atitude mais madura.
Pretensiosíssimos à parte, gostei bastante da música - muito do mérito reservado à vocalista. A trilogia electro – punk – Siouxsie And The Banshees tem garra e, apesar de não surpreender, funciona.
Mediatic Slaves, sexta-feira, no Porto Rio
Suspiria Franklyn, a líder dos Les Baton Rouge, está de regresso a portugal e com ela o seu projecto Mediatic Slaves, um projecto que conta ainda com James Jacket (Kiute Loss, Les Baton Rouge) e Synthetique (Loop Sound Distortion).O resto da noite estará a cargo do Frágil
Há alma (ex- Aqui D´el-Rock) vs Antena 3


From: há alma
Date: Oct 20, 2006
7:10 AM
7:10 AM
"calhou sintonizar a rádio e saber deste endereço. como nós não conseguimos arranjar forma de saber o porquê de estarmos a ser ignorados pela antena 3, podia ser que por este meio conseguisse obter feed-back... podia!? podia ser que soubessemos porque é que o cd dos "há alma" que para aí enviamos há tempos nunca foi passado,... será que a música que fazemos é inaudível? ou que o cd foi estraviado?... ou que alguém o levou para sÍtio incerto sem dar cavaco?... e porque será que nunca fomos sequer referidos?... será que os emails que enviámos foram escritos em caracteres por vós desconhecidos?... que é preciso ter sempre uma editora por detrás? ou umas boas cunhas?... porque será que a antena 3 tem estado sistematicamente a censurar a música e toda a informação sobre os "há alma" e a banda que está na sua génese - os "aqui d'el-rock"?... será que é desta que obtenho alguma resposta, será??????????????????????????????????????????"
jc serra
From: Rui Estêvão
Date: Oct 20 2006
15:24
Subject: RE: ... será?
"Com essa entrada a matar é realmente dificil dar uma resposta. Posso te dizer que vou ouvir,e que pelo menos aqui ninguem tem nada contra vocês com toda a certeza. Abraços e até já
ISTO NÃO É UM NOVO SPOT DA TMN. ISTO É O SERVIÇO PÚBLICO DA ANTENA 3 - A QUINTA DE ALGUNS PORTUGUESES - ONDE AS RESPOSTAS SÃO TÃO DIFICIEIS, QUE NEM SE ALCAÇAM!"
From: Rui Estêvão
Date: Oct 23 2006
15:42
Subject: RE: RÁDIO BLUFF
"Caro, não dá para conversar assim, não quis deixar de te responder que a Rádio a que chamas Radio Bluff já lançou dezenas de bandas boas portuguesas, se calhar a tua não é tão boa como pensas, lamento, eu tambem não sou o melhor, mas trabalho para isso. Boa Sorte
Daza Cominatcha, hoje, no Mercedes
Conheço a música deles há já alguns anos. Lembro-me de ter comprado uma das maquetas (Wrinkled or just Wrinkled) na faculdade, a um dos membros da banda. Ao que parece, estão agora a ter a repercussão que merecem. O álbum está fantástico. Com muita pena minha, ainda não os consegui ver ao vivo. Se estivesse no Porto, não faltaria!www.dazacominatcha.com
www.myspace.com/dazacominatcha
CBGB fecha as portas
O clube nova-iorquino CBGB fechou as portas no passado Domingo.Depois de mais de 30 anos de actividade onde deu voz a bandas de rock alternativo, o espectáculo de despedida contou com a participação de Patti Smith.O último concerto neste espaço lendário, que conseguiu impulsionar a carreira de bandas como os Ramones ou Talking Heads, conseguiu atrair centenas de fãs.
As paredes do clube estiveram cobertas por camadas de folhetos bem como pela lista de artistas que subiram ao palco desde a sua inauguração, em 1973.
A causa do encerramento do CBGB foi uma forte especulação imobiliária que exigia ao seu dono, Hilly Kristal, o pagamento de um aluguer de 65.000 dólares mensais.
As paredes do clube estiveram cobertas por camadas de folhetos bem como pela lista de artistas que subiram ao palco desde a sua inauguração, em 1973.
A causa do encerramento do CBGB foi uma forte especulação imobiliária que exigia ao seu dono, Hilly Kristal, o pagamento de um aluguer de 65.000 dólares mensais.
(in cotonete)
Ideias soltas sobre os concertos do fim-de-semana
Se já viram alguma vez, é o mesmo: bom rock n´roll.
www.myspace.com/bloodsafari
www.myspace.com/bloodsafari
Gostei da postura esquizofrénica do vocalista.
A menina (baixo) precisa de atitude mais “hard” para que a banda se complete.
www.myspace.com/blacktimemutant77
A menina (baixo) precisa de atitude mais “hard” para que a banda se complete.
www.myspace.com/blacktimemutant77
CRISE TOTAL no primeiro aniversário da INVASIONROCK
A InvasionRock é uma loja de música e "merchandising" on-line, especializada em Metal, Punk e Gótico e, também, uma das principais responsáveis pela organização de concertos e projecção de novas bandas “underground.

CRISE TOTAL
Os crise total começaram em 1983. Eles eram João Filipe na bateria , Paulo ampola no baixo, manolo na voz, e Rui ramos na guitarra.
A "crise" começou desta forma na sua explosão de força e velocidade a ocupar um lugar particular de destaque no panorama "underground" em portugal.
Em 1984, data do primeiro festival de musica moderna do Rock Rendez Vous, foram considerados a banda revelação entre as muitas que passaram por este clube. Consequentemente, mereceram a sua única gravação oficial feita até à data,com a inclusão de um dos mais representativos hinos do punk / hc português -"assassinos poder" - na compilação editada a partir do certame organizado pela casa mãe do rock nacional.
Os crise total alcançaram desde o início o estatuto de banda culto. Os seus temas ficaram ne história graças às cassetes que se iam gravando sobretudo em concertos no R.R.V. e que foram passando de mão em mão, de irmão mais velho para irmão mais novo, por entre todos os amigos daquilo a que podemos chamar o punk rock português.
Na mesma altura dos crise, circulavam (e agitavam) também dentro da mesma linha na zona da grande lisboa, bandas como: os mata-ratos, os kú de judas e os grito final.
Em finais de 84 o ampola saí e entra o pejó para o baixo.
Em 85 voltam aparticipar no concurso do rock rendez vous.
1986 - participaram num festival punk no porto junto com: os cães a morte e o desejo (cães vadios), cagalhões e kú de judas.
Em lisboa sucedem-se os concertos junto com: mata-ratos e kú de judas (nomeadamente o concerto na comuna), e ainda um concerto no almadense com os xutos & pontapés.
No final do ano, o João Filipe resolve deixar a bateria, a crise e o país e vai para o canadá em vez de ir para a tropa...também o manolo abandona o grupo para só regressar em 88 (o último concerto com os dois foi em dez. 86 no rock Rendez Vous).
1987-entra o Tiago para a voz e o rui barata para bateria.
1988-interrupção (quase) definitiva dos crise após concertos com os bastardos do cardeal e com os morituri...
A crise continua!...
Em 1995 os crise regressaram, mas desta vez com joão filipe ( entretanto de regresso às origens), pejó, rui ramos e os eternos fãs da banda: xico (subcaos, porcos sujos ) que foi para os berros e "libelinha" (x-acto, ,porcos sujos) para o baixo.
Os concertos sucederam-se a todo o vapor (Johnny Guitar,voz do operário, cave das químicas, pav. das caldas da rainha etc. ...
Em 1996-é lançado o cd "e a crise continua..." pela fast n´loud com 16 temas clássicos da banda gravados em estúdio.
http://www.myspace.com/crisetotal
br.geocities.com/punk_77pt/crise_total.html
A ideia dos Crise (quase) Total surgiu em 2003, ano em que se completaram 20 anos desde a 1ª formação de Crise Total. Rui, um dos membros fundadores da banda, decidiu revivalizar os temas clássicos daquela que, para muitos, continua a ser uma instituição do Punk-Rock Nacional…
http://www.myspace.com/crisequasetotal
A "crise" começou desta forma na sua explosão de força e velocidade a ocupar um lugar particular de destaque no panorama "underground" em portugal.
Em 1984, data do primeiro festival de musica moderna do Rock Rendez Vous, foram considerados a banda revelação entre as muitas que passaram por este clube. Consequentemente, mereceram a sua única gravação oficial feita até à data,com a inclusão de um dos mais representativos hinos do punk / hc português -"assassinos poder" - na compilação editada a partir do certame organizado pela casa mãe do rock nacional.
Os crise total alcançaram desde o início o estatuto de banda culto. Os seus temas ficaram ne história graças às cassetes que se iam gravando sobretudo em concertos no R.R.V. e que foram passando de mão em mão, de irmão mais velho para irmão mais novo, por entre todos os amigos daquilo a que podemos chamar o punk rock português.
Na mesma altura dos crise, circulavam (e agitavam) também dentro da mesma linha na zona da grande lisboa, bandas como: os mata-ratos, os kú de judas e os grito final.
Em finais de 84 o ampola saí e entra o pejó para o baixo.
Em 85 voltam aparticipar no concurso do rock rendez vous.
1986 - participaram num festival punk no porto junto com: os cães a morte e o desejo (cães vadios), cagalhões e kú de judas.
Em lisboa sucedem-se os concertos junto com: mata-ratos e kú de judas (nomeadamente o concerto na comuna), e ainda um concerto no almadense com os xutos & pontapés.
No final do ano, o João Filipe resolve deixar a bateria, a crise e o país e vai para o canadá em vez de ir para a tropa...também o manolo abandona o grupo para só regressar em 88 (o último concerto com os dois foi em dez. 86 no rock Rendez Vous).
1987-entra o Tiago para a voz e o rui barata para bateria.
1988-interrupção (quase) definitiva dos crise após concertos com os bastardos do cardeal e com os morituri...
A crise continua!...
Em 1995 os crise regressaram, mas desta vez com joão filipe ( entretanto de regresso às origens), pejó, rui ramos e os eternos fãs da banda: xico (subcaos, porcos sujos ) que foi para os berros e "libelinha" (x-acto, ,porcos sujos) para o baixo.
Os concertos sucederam-se a todo o vapor (Johnny Guitar,voz do operário, cave das químicas, pav. das caldas da rainha etc. ...
Em 1996-é lançado o cd "e a crise continua..." pela fast n´loud com 16 temas clássicos da banda gravados em estúdio.
http://www.myspace.com/crisetotal
br.geocities.com/punk_77pt/crise_total.html
A ideia dos Crise (quase) Total surgiu em 2003, ano em que se completaram 20 anos desde a 1ª formação de Crise Total. Rui, um dos membros fundadores da banda, decidiu revivalizar os temas clássicos daquela que, para muitos, continua a ser uma instituição do Punk-Rock Nacional…
http://www.myspace.com/crisequasetotal
Hard Club
20 de Outubro
22h
7€
Chico Buarque vem (en)cantar a Portugal
Peaches no Paradise Garage
Peaches traz consigo a Herms Band, composta por três raparigas do movimento Riot Grrrl: J.D. Samson (teclista dos Le Tigre), Radio Sloan (guitarrista dos The Need) e Sam Malone (baterista dos Hole e Eagles Of Death Metal).
Bilhetes a 20€
Liars em Portugal
Djá I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u . Hoje são três e conheceram-se em Los Angeles, ponto de partida do frenesi que rebentou para o mundo em Brooklyn, Nova Iorque, e que hoje se divide entre o lado de lá e o lado de cá (Berlim). À frente, Angus Andrew, guitarrista e vocalista, nascido na Austrália, quase irmão gémeo de Nick Cave da era Birthday Party. No flanco, Aaron Hemphill, guitarrista e percussionista. Lá atrás, o extrovertido Julian Gross, baterista, elemento tardio na formação oficial dos Liars.
Djá I dju nibá I ná ê nê ná I djá I nai ni ná. Entaramelam o punk com a dança, no seguimento do que algum do pós-punk dos anos 80 ofereceu, ou com o ruído estertor da ressurreição da no wave, evidenciando evoluções óbvias de disco para disco, e garantindo, como já se viu nas suas anteriores visitas, a certeza de uma presença sempre provocadora e explosiva em palco.
I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u djá I dju nibá I djá ê nê ná. O último álbum, gravado já em Berlim, documenta o clima de guerra fria, no actual universo estético do grupo, que opõe a personagem Drum, autoconfiante, poderosa, diabólica, tribal, com representação nos dois kits de bateria, à personagem Mt. Heart Attack, frágil e insegura, mas emocional, nutrida pelos coros que fazem lembrar os Animal Collective de Feels. Preparem-se, pois, para a continuação desta história, mas agora ao vivo.
É uma selvajaria! Ficam avisados os novatos e os medricas: ainda vão a tempo de desistir.
(Vítor Junqueira, Agosto de 2006)
(Citações em itálico de É uma Selvajaria, Mão Morta, por sua vez adaptação de poema comanche de Herberto Hélder.)
www.myspace.com/liarsliarsliars
Djá I dju nibá I ná ê nê ná I djá I nai ni ná. Entaramelam o punk com a dança, no seguimento do que algum do pós-punk dos anos 80 ofereceu, ou com o ruído estertor da ressurreição da no wave, evidenciando evoluções óbvias de disco para disco, e garantindo, como já se viu nas suas anteriores visitas, a certeza de uma presença sempre provocadora e explosiva em palco.
I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u djá I dju nibá I djá ê nê ná. O último álbum, gravado já em Berlim, documenta o clima de guerra fria, no actual universo estético do grupo, que opõe a personagem Drum, autoconfiante, poderosa, diabólica, tribal, com representação nos dois kits de bateria, à personagem Mt. Heart Attack, frágil e insegura, mas emocional, nutrida pelos coros que fazem lembrar os Animal Collective de Feels. Preparem-se, pois, para a continuação desta história, mas agora ao vivo.
É uma selvajaria! Ficam avisados os novatos e os medricas: ainda vão a tempo de desistir.
(Vítor Junqueira, Agosto de 2006)
(Citações em itálico de É uma Selvajaria, Mão Morta, por sua vez adaptação de poema comanche de Herberto Hélder.)
www.myspace.com/liarsliarsliars
www.myspace.com/deerhunter
25/09
Porto Porto Rio
Início: 22h
Entrada: 10
26/09
Lisboa Club LuaInício: 22h
Entrada: 15
Vicious Five + Dead Singer, sábado, no Porto Rio

Estou curiosa em relação ao novo projecto dos Dead Singer. Vamos lá ver como ficaram depois de todas as modificações que o Lucas fez...
Relíquias #2 The Birthday Party
"Birthday Party" foi uma das mais obscuras e provocadoras bandas do post-punk que emergiram nos primórdios dos anos oitenta. Sob a direcção de Nick Cave e do guitarrista Rowland S. Howard, tocavam sons deprimentes a um ritmo impiedosamente duro. À medida que os Birthday Party progrediam, a visão de Nick Cave tornou-se obscura e as músicas da banda alternavam entre hinos fúnebres e intensos ataques sónicos.Originalmente, a banda australiana chamava-se the Boys Next Door, compreendendo Nick Cave, Howard, Mick Harvey (guitarra, bateria, orgão, piano), o baixista Tracy Pew, e o baterista Phill Calvert. Depois do álbum “Door Door” e do EP “Hee Haw”, a banda foi para Londres e mudou o seu nome para Birthday Party. Logo que chegam ao Reino Unido, o seu demente e complicado post-punk começou a coagular-se. Produziram o seu primeiro álbum internacional, “Prayers on Fire”, em 1981, conseguindo aplausos da crítica inglesa e americana. Enquanto a banda se preparava para gravar o álbum subsequente, Pew foi preso por conduzir bêbado.
Depois de gravarem “Junkyard”, Calvert foi viver para a Alemanha onde começou a colaborar com bandas experimentais post-punk como Lydia Lunch e Einstürzende Neubauten. Harvey saiu no verão de 1983. O grupo continuou com o baterista Des Heffner o qual abandonou a banda depois do último concerto em Melbourne. Nick Cave foi o que teve a carreira a solo com mais sucesso, gravando uma série de álbuns nos anos oitenta e noventa e manteve o seu status de figura de culto popular; Harvey juntou-se outra vez a Nick Cave nos Bad Seeds. (baseado no “allmusic biography”)
Se vos disser que as influências deles são Velvet Underground, Doors, Joy Division, Stooges, etc., e que são (quase?) tão brilhantes quanto os Cure ou os Bauhaus, tenho a certeza que não vão conseguir ficar indiferentes.
Uma relíquia!
The Cult, hoje, no Coliseu do Porto
Depois da passagem pelo Super Bock Super Rock, é a vez do Porto receber os britânicos Cult. Está marcada uma viagem ao pico da carreira da banda de Ian Astbury, que já tem uns anos, mas não perde força. Afinal, é de um culto que se trata. O ritual, manda a história, destina-se a "rockers, ravers, lovers & sinners". O Coliseu do Porto recebe-os a hoje.
Em Lisboa, os Cult apresentaram um alinhamento totalmente dedicado ao lado mais "rocker" da carreira. De um fôlego, tocaram canções como "Lil' devil", "Sweet soul sister", "Rain", "Spiritwalker", "Edie (ciao baby)", "Revolution", "Fire woman", "Love removal machine" ou "She sells sanctuary".
A banda conseguiu congregar os seus fiéis, mas ficou longe da atmosfera xamânica que os álbuns prometem. Mas era um palco de festival. Num concerto em nome próprio, como este, a celebração promete ir mais longe.
(publico.pt)
Coliseu do Porto - R. Passos Manuel, 137
21h30 (portas abrem às 20h30)
30€ (tribuna); 25€ (plateia).
30€ (tribuna); 25€ (plateia).
Post dedicado ao fã
"Ça Plane Pour Moi"
Plastic Bertrand, pseudónimo do cantor belga Roger Jouret, formou a sua primeira banda “Bison Scout Band” quando era escuteiro. Cria ainda os “Les Pélicans”, os “Passing the Time” e, nos primórdios do punk-rock belga, os “Hubble Bubble”. Mais tarde, alia-se ao produtor/compositor Lou Deprijck que salienta o seu lado de menino bonito com garra de punk-rocker. Com o seu estilo inconfundível, Bertrand canta letras francesas satíricas/cómicas, com voz de cartoon, e toca os acordes básicos do rock´n´roll. É esta mistura explosiva que choca a Europa e que o leva a tornar-se culto nos E.U.A. “Ça Plane Pour Moi”, a sua música mais ouvida, é um dos clássicos da new wave com mais covers. Podem ouvir vários aqui. O meu preferido, o dos Sonic Youth, é um dos casos em que o cover ultrapassa o original. Muito bom, mesmo!
CBGB muda-se para Las Vegas
O clube que há 30 anos foi a maternidade do punk, vê a 30 de Setembro o fim do contrato de aluguer do espaço que ocupa no número 315 da Bowery, sem sinal de vontade do senhorio (o Bowery Resident's Comitee) em renovar o acordo, dado o acumular de mais de três anos de renda por pagar. Nova Iorque perde assim um dos seus lugares de romaria pop, apontado pela Municipal Arts Society como candidato a um processo de inscrição como património da cidade, paredes "imundas" de tanto graffiti e inclusive flyers colados. No seu site, a associação compara mesmo a importância histórica e cultural do clube ao histórico Plaza Hotel.
Em declarações à MTV, Hilly Kristal, que fundou o clube em 1973, anunciou que o CBGB de Vegas deverá abrir na primavera de 2007.Foram assim infrutiferas uma série de acções que levaram ao regresso de nomes como Gorilla Biscuits ou Kid Dynamite em concertos de beneficiência pelo clube.
Tirado daqui
Relíquias #1 The Saints (I´m) Stranded
Em 1972, um grupo de amigos de escola, Influenciados pelo rock´n´roll dos anos 50 e por bandas como os Stooges, MC5 ou New York Dolls, decidem juntar-se e fazer uma das bandas (punk) rock mais influentes de sempre: os “The Saints”. Nascida em Birsbane, na Austrália, era constituída (inicialmente) por Chris Bailey (cantor e compositor); Ed Kuepper (guitarrista e compositorr) e Ivor Hay (baterista.). A banda sofreu várias alterações mas nunca teve um fim oficial.A relíquia que escolhi é o primeiro álbum deles e constitui uma das maiores obras-primas do rock. Inicialmente como single, “(I´m) Stranded” foi gravado e distribuído pela própria banda em 1976, tornando-se conhecido depois de a revista inglesa “Sounds” o ter declarado “Single of this and every week”. A banda assina contrato com a EMI no mesmo ano e em 1977 gravam o seu primeiro disco “(I´m) Stranded”.
Alinhamento:
1. "(I'm) Stranded"
2. "One Way Street"
3. "Wild About You"
4. "Messin' With The Kid"
5. "Erotic Neurotic"
6. "No Time"
7. "Kissin' Cousins"
8. "Story Of Love"
9. "Demolition Girl"
10. "Nights In Venice"
2. "One Way Street"
3. "Wild About You"
4. "Messin' With The Kid"
5. "Erotic Neurotic"
6. "No Time"
7. "Kissin' Cousins"
8. "Story Of Love"
9. "Demolition Girl"
10. "Nights In Venice"
Se a Inglaterra fez história com os Sex Pistols e os Estados Unidos com os Ramones, a Austrália fez com os Saints.
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