Liars em Portugal

Djá I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u . Hoje são três e conheceram-se em Los Angeles, ponto de partida do frenesi que rebentou para o mundo em Brooklyn, Nova Iorque, e que hoje se divide entre o lado de lá e o lado de cá (Berlim). À frente, Angus Andrew, guitarrista e vocalista, nascido na Austrália, quase irmão gémeo de Nick Cave da era Birthday Party. No flanco, Aaron Hemphill, guitarrista e percussionista. Lá atrás, o extrovertido Julian Gross, baterista, elemento tardio na formação oficial dos Liars.

Djá I dju nibá I ná ê nê ná I djá I nai ni ná. Entaramelam o punk com a dança, no seguimento do que algum do pós-punk dos anos 80 ofereceu, ou com o ruído estertor da ressurreição da no wave, evidenciando evoluções óbvias de disco para disco, e garantindo, como já se viu nas suas anteriores visitas, a certeza de uma presença sempre provocadora e explosiva em palco.

I dju nibá u I dju nibá I dju nibá u djá I dju nibá I djá ê nê ná. O último álbum, gravado já em Berlim, documenta o clima de guerra fria, no actual universo estético do grupo, que opõe a personagem Drum, autoconfiante, poderosa, diabólica, tribal, com representação nos dois kits de bateria, à personagem Mt. Heart Attack, frágil e insegura, mas emocional, nutrida pelos coros que fazem lembrar os Animal Collective de Feels. Preparem-se, pois, para a continuação desta história, mas agora ao vivo.

É uma selvajaria! Ficam avisados os novatos e os medricas: ainda vão a tempo de desistir.
(Vítor Junqueira, Agosto de 2006)

(Citações em itálico de É uma Selvajaria, Mão Morta, por sua vez adaptação de poema comanche de Herberto Hélder.)



www.myspace.com/liarsliarsliars

www.myspace.com/deerhunter


25/09
Porto Porto Rio

Início: 22h
Entrada: 10

26/09
Lisboa Club LuaInício: 22h
Entrada: 15

Até Setembro!

Da noite de Sábado, só tenho a dizer que os Vicious Five não trouxeram novidades e que os Dead Singer estão melhores (falta um vocalista à altura). O resto (os excessos) é para esquecer…

Declaro aberta a época de férias.

Vicious Five + Dead Singer, sábado, no Porto Rio


Estou curiosa em relação ao novo projecto dos Dead Singer. Vamos lá ver como ficaram depois de todas as modificações que o Lucas fez...

Relíquias #2 The Birthday Party

"Birthday Party" foi uma das mais obscuras e provocadoras bandas do post-punk que emergiram nos primórdios dos anos oitenta. Sob a direcção de Nick Cave e do guitarrista Rowland S. Howard, tocavam sons deprimentes a um ritmo impiedosamente duro. À medida que os Birthday Party progrediam, a visão de Nick Cave tornou-se obscura e as músicas da banda alternavam entre hinos fúnebres e intensos ataques sónicos.
Originalmente, a banda australiana chamava-se the Boys Next Door, compreendendo Nick Cave, Howard, Mick Harvey (guitarra, bateria, orgão, piano), o baixista Tracy Pew, e o baterista Phill Calvert. Depois do álbum “Door Door” e do EP “Hee Haw”, a banda foi para Londres e mudou o seu nome para Birthday Party. Logo que chegam ao Reino Unido, o seu demente e complicado post-punk começou a coagular-se. Produziram o seu primeiro álbum internacional, “Prayers on Fire”, em 1981, conseguindo aplausos da crítica inglesa e americana. Enquanto a banda se preparava para gravar o álbum subsequente, Pew foi preso por conduzir bêbado.
Depois de gravarem “Junkyard”, Calvert foi viver para a Alemanha onde começou a colaborar com bandas experimentais post-punk como Lydia Lunch e Einstürzende Neubauten. Harvey saiu no verão de 1983. O grupo continuou com o baterista Des Heffner o qual abandonou a banda depois do último concerto em Melbourne. Nick Cave foi o que teve a carreira a solo com mais sucesso, gravando uma série de álbuns nos anos oitenta e noventa e manteve o seu status de figura de culto popular; Harvey juntou-se outra vez a Nick Cave nos Bad Seeds. (baseado no “allmusic biography”)

Se vos disser que as influências deles são Velvet Underground, Doors, Joy Division, Stooges, etc., e que são (quase?) tão brilhantes quanto os Cure ou os Bauhaus, tenho a certeza que não vão conseguir ficar indiferentes.

Uma relíquia!

The Cult, hoje, no Coliseu do Porto

Depois da passagem pelo Super Bock Super Rock, é a vez do Porto receber os britânicos Cult. Está marcada uma viagem ao pico da carreira da banda de Ian Astbury, que já tem uns anos, mas não perde força. Afinal, é de um culto que se trata. O ritual, manda a história, destina-se a "rockers, ravers, lovers & sinners". O Coliseu do Porto recebe-os a hoje.
Em Lisboa, os Cult apresentaram um alinhamento totalmente dedicado ao lado mais "rocker" da carreira. De um fôlego, tocaram canções como "Lil' devil", "Sweet soul sister", "Rain", "Spiritwalker", "Edie (ciao baby)", "Revolution", "Fire woman", "Love removal machine" ou "She sells sanctuary".

A banda conseguiu congregar os seus fiéis, mas ficou longe da atmosfera xamânica que os álbuns prometem. Mas era um palco de festival. Num concerto em nome próprio, como este, a celebração promete ir mais longe.
(publico.pt)
Coliseu do Porto - R. Passos Manuel, 137
21h30 (portas abrem às 20h30)
30€ (tribuna); 25€ (plateia).
Post dedicado ao

"Ça Plane Pour Moi"

Plastic Bertrand, pseudónimo do cantor belga Roger Jouret, formou a sua primeira banda “Bison Scout Band” quando era escuteiro. Cria ainda os “Les Pélicans”, os “Passing the Time” e, nos primórdios do punk-rock belga, os “Hubble Bubble”. Mais tarde, alia-se ao produtor/compositor Lou Deprijck que salienta o seu lado de menino bonito com garra de punk-rocker. Com o seu estilo inconfundível, Bertrand canta letras francesas satíricas/cómicas, com voz de cartoon, e toca os acordes básicos do rock´n´roll. É esta mistura explosiva que choca a Europa e que o leva a tornar-se culto nos E.U.A.

“Ça Plane Pour Moi”, a sua música mais ouvida, é um dos clássicos da new wave com mais covers. Podem ouvir vários aqui. O meu preferido, o dos Sonic Youth, é um dos casos em que o cover ultrapassa o original. Muito bom, mesmo!

CBGB muda-se para Las Vegas

Está confirmada a saída do mais mítico clube rock nova iorquino da sua cidade natal.

O clube que há 30 anos foi a maternidade do punk, vê a 30 de Setembro o fim do contrato de aluguer do espaço que ocupa no número 315 da Bowery, sem sinal de vontade do senhorio (o Bowery Resident's Comitee) em renovar o acordo, dado o acumular de mais de três anos de renda por pagar. Nova Iorque perde assim um dos seus lugares de romaria pop, apontado pela Municipal Arts Society como candidato a um processo de inscrição como património da cidade, paredes "imundas" de tanto graffiti e inclusive flyers colados. No seu site, a associação compara mesmo a importância histórica e cultural do clube ao histórico Plaza Hotel.
Em declarações à MTV, Hilly Kristal, que fundou o clube em 1973, anunciou que o CBGB de Vegas deverá abrir na primavera de 2007.Foram assim infrutiferas uma série de acções que levaram ao regresso de nomes como Gorilla Biscuits ou Kid Dynamite em concertos de beneficiência pelo clube.
Tirado daqui

Relíquias #1 The Saints (I´m) Stranded

Em 1972, um grupo de amigos de escola, Influenciados pelo rock´n´roll dos anos 50 e por bandas como os Stooges, MC5 ou New York Dolls, decidem juntar-se e fazer uma das bandas (punk) rock mais influentes de sempre: os “The Saints”. Nascida em Birsbane, na Austrália, era constituída (inicialmente) por Chris Bailey (cantor e compositor); Ed Kuepper (guitarrista e compositorr) e Ivor Hay (baterista.). A banda sofreu várias alterações mas nunca teve um fim oficial.

A relíquia que escolhi é o primeiro álbum deles e constitui uma das maiores obras-primas do rock. Inicialmente como single, “(I´m) Stranded” foi gravado e distribuído pela própria banda em 1976, tornando-se conhecido depois de a revista inglesa “Sounds” o ter declarado “Single of this and every week”. A banda assina contrato com a EMI no mesmo ano e em 1977 gravam o seu primeiro disco “(I´m) Stranded”.
Alinhamento:
1. "(I'm) Stranded"
2. "One Way Street"
3. "Wild About You"
4. "Messin' With The Kid"
5. "Erotic Neurotic"
6. "No Time"
7. "Kissin' Cousins"
8. "Story Of Love"
9. "Demolition Girl"
10. "Nights In Venice"
Se a Inglaterra fez história com os Sex Pistols e os Estados Unidos com os Ramones, a Austrália fez com os Saints.

Nem consigo dizer nada #2

Mais actividade "blogosférica"...

A maria vai com as outras é uma loja de livros, tabacos, chás, artesanato, mobiliário, vinhos, outras cores, outros cheiros, outros sabores... onde se pode ver cinema, teatro, fotografia... ouvir música, poesia...

Nel Colaça, hoje, no Triplex

Há ópera no Lux!

Trata-se da dramatização de uma sequência de árias e ensembles provenientes das três óperas que resultam da colaboração entre Mozart e Lorenzo da Ponte: Don Giovanni, Così fan Tutte e Le Nozze di Figaro. O percurso é intersectado por aspectos literários e filosóficos, fragmentos referentes à construção da figura dramática de Don Giovanni ao longo dos tempos, e objets-trouvés. Baudelaire, Casanova, Philippe Sollers, George Bernard Shaw, Lord Byron serviram de inspiração a este trabalho. No fundo, e sob a designação «Ma guarda il catalogo!! Allora capirai!!» faz-se um convite a participar numa festa organizada por Don Giovanni para os amigos que pontuaram a sua existência terrestre, e é em torno dessa ideia que se desenvolve toda a dinâmica performativa. Don Giovanni recebe... No Lux!
22.30h Ma Guarda Il Catalogo !!! Allóra Capirai !!!
Dissertação sobre Don Giovanni de W. A. Mozart
Bar Tiago Miranda
Disco Zé Pedro Moura

The Poppers + Dapunksportif apresentam novos álbuns, sábado, no Porto Rio

Apresentação dos álbuns:
The Poppers "Boys Keep Swinging"
Dapunksportif "Ready!Set!Go!"
Dj Rodas
powered by rastilho

Primal Scream «Riot City Blues»

Se era para fazer isto, mais valia terem ficado em casa...

Hoje é Quinta de Leitura

Adolfo Luxúria Canibal + Dead Combo
Porto, Teatro do Campo Alegre
Café-Teatro
22h

The Prostitutes & Ultracuerpos, amanhã, no Uptown Bar

"Entre o Garage e o Surf, os The Prostitutes (Portugal) navegam no som característico dos anos 50 e 60, ao passo que os Ultracuerpos (Corunha) trazem consigo uma vigorosa atitude inspirada na presença de Iggy Pop ou Jerry Lee."

O que andaram a fazer ao poeta?

Wordsong Pessoa
Hoje
Maxime
22h30
Amanhã
Fnac Chiado
19h

"Teatro Escasso", em cena, no TNSJ

“Sonhei com actores/ num teatro, que quererá isto significar?”
"São cerca de vinte os poemas que compõem este Teatro Escasso. Em comum, têm o facto de neles, de algum modo, se poder encontrar o teatro ou o que, com ele, mais se relaciona: o actor, o espectador, a peça ou mesmo, se se quiser, a luz que irrompe em lugares estranhos. “Sonhei com actores/ num teatro, que quererá isto significar?”. A esta pergunta, presente num poema de Manuel António Pina, dá este Teatro Escasso uma das respostas possíveis com os “poemas abundantes”, que os actores levam para a plateia." Eduardo Jorge Madureira
Papéis invertidos: público no palco, actores na plateia.

Perspectiva invertida: público observado, actores observadores.
Sentido duplo: teatralização de poemas que falam sobre arte dramática.

Cada actor recita “como se as vozes dos poetas pudessem respirar em situações completamente díspares. Ora numa situação convencional, como pensamos que ele o escreveu, ora numa situação que inventamos e colocamos o poema a respirar para tentar sobreviver”.

Vibram as personagens que vivem dentro e fora dos poemas, que se alojam na imaginação do ouvinte sem que ele confunda a personagem ali à frente com a do poeta.

É o 1+1=1, de Almada Negreiros, ou o poema trazido para “todas as plateias do mundo”.

Electrizante!



A noite começou com um jantar no barco (Porto Rio). Comida vegetariana, chuva e rio. Cenário muito romântico mas, por isso, envolvente, para ter os Renegados e os Fora de Serviço como companhia. Abre-se mais uma garrafa de vinho e conversa-se sobre comida, tempos passados, expectativas para o concerto e decide-se a ordem das músicas a tocar (tinha que ser mesmo em cima) … O tempo passa rápido e, de repente, quando olho para o lado, reparo que o barco já está repleto de cristas e cintos de picos. Entra mais um e outro. Toda a gente tinha que vir, não fossem os concertos de Renegados uma verdadeira celebração de “punk, união e força”.
Desço as escadas para ver “Fora de Serviço”, banda já conhecida pelos leitores do Boemium, que fazem punk rock à maneira de Ramones, Clash ou Censurados.
Tocaram as músicas originais (também a minha preferida “TV – Tortura Visual”) e, como já é habitual, alguns “covers”, entre eles “Holydays in Cambodja” e “California Uber Alles” dos Dead Kennedys (parte em que subo ao palco. Ups!).
Vai-se buscar mais uma cerveja, conversa-se com este e aquele e eis que chega o tão aguardado momento: Renegados de Boliqueime sobem ao palco. Tentem visualizar o ambiente que se criou a partir dali: sala completamente cheia, toda a gente a berrar as músicas, muita gente a “mochar” e a saltar, stage diving’s, fãs a cantarem em cima do palco, muitos braços no ar…
Entre "Straight-Edge", “Bófia”, "Punk, União e Força", “Do lado de Ninguém” e “troco deus por uma cerveja", as cordas da guitarra partem-se, a cerveja dança no ar, o calor aumenta e o entusiasmo também. Como se não bastasse, o Frágil (vocalista) começa com os ditos provocatórios do costume “vocês parecem o público de Tara Perdida e X-Wife”. Mais microfone contra a testa, e, por muito que se tentasse, ninguém o conseguia parar. Podia não parar nunca.
Como previa o JN de quarta-feira, o concerto foi “intenso e incendiário”. Eu diria mesmo electrizante. E pensar que tenho que esperar mais um ano para os ver outra vez, rrrrrrrrrrrrrrrrrrr!

Rock´n´Roll, sábado, no Porto Rio

"Os The Jills são uma banda com presença pomposa, e do estilo emana a sua grande chama rock'n'roll."Pedro Cadima, Audiência Zero.

"Os The Jills estão de volta ao Porto Rio Bar, no Porto, no próximo dia 17 de Junho, depois de, dois meses antes, lá terem dado um concerto avassalador."Hugo Caldeira, no sítio PunkPT.

É HOJE!

Público de hoje

Jornal de Notícias de hoje

LET´S DANCE!

Depois do último Evil Heat (que, por acaso foi em minha casa... Quando me lembro!) o Cristiano e o Henry voltam a fazer umas das festas mais badaladas de 2004/2005.
Vai ser no MODE Galeria/Bar/Café, situado na Rua das Flores - Porto, n.º 136/138.
Sábado, 17 de Junho, entre as 23h e as 04h, os EVILHEAT GUYS vão recordar sons que ainda fazem as delícias de alguns noctívagos e mostrar sons mais actuais.

E pronto, lá vou eu para o Super Bock.




Franz Ferdinand
Keane
The Cult
dEUS
Editors

The Legendary Tiger Man
Linda Martini
Peace Revolution
The Weatherman



Let´s go!

Daza Cominatcha - Lançamento do álbum @ MAXIME

Depois de quase três meses de estúdio, os Daza Cominatcha terminaram o seu primeiro álbum – “Needle in a Haystack” - um trabalho produzido por Ricardo Bravo e José Pedro Sarrufo, nos estúdios Crossover, em Linda-a-Velha.

Audiência Zero apresenta D3Ö na Galiza


A Associação Cultural Audiência Zero, por intermédio do seu projecto do EixoNorte-Galiza - www.audienciazero.org/eixo - toma a iniciativa de apresentar aprimeira gira galega organizada para um grupo português. Deste modo,aproveitamos para dar a conhecer os concertos dos D3Ö, grupo de Coimbra,composto pelo carismático Toni Fortuna (vocalista e guitarrista ex. TédioBoys), Tó Rui (guitarra) e Miguel (bateria), que se vão celebrar na Galiza nospróximos dias 8, 9 e 10 de Junho. Os D3Ö são, na actualidade, um dos gruposmais vibrantes do rock’n’roll nacional, e preparam-se agora para apresentar naGaliza o seu mais recente EP – 7 Heartbeat Tracks – o último registo de umatrilogia de três EP’s, iniciada com Six Pack Track e que prosseguiu com 8Tracks on Red.Santiago de Compostela, Barco de Valdeorras e Vigo, eis a rota dos D3Ö naGaliza.

Agenda D3Ö na Galiza:

8 de Junho – Festival Rock en Costa (lugar do Castiñeiriño, em Santiago deCompostela); consultar em www.thehomens.com/rockencosta/index.htmD3Ö + The Homens + Bang 74 + The Lorchas

9 de Junho – Sala Baranda (Barco de Valdeorras, meio caminho entre Ourense eLeón)D3Ö + The Homens

10 de Junho - Fabrica de Chocolate (Vigo); consultar emwww.fabricadechocolateclub.com/D3Ö + The Fishfuckers

40 HORAS NON-STOP

SERRALVES EM FESTA!

"Entre as 08h de Sábado, 3 de Junho e as 24h de Domingo, 4 de Junho, o Parque, o Museu, o Auditório e a Casa de Serralves recebem mais de 70 actividades – exposições, música, dança, performance, cinema, teatro, marionetas, circo, oficinas em família, visitas orientadas e workshops. Na noite de Sábado para Domingo os DJ’s dão-lhe música no prado de Serralves até de madrugada." www.serralves.pt

Non Stop = No Time to Write

Festa da Cerveja, Lisboa, concertos, Braga, noite, Porto, visita, Leiria, comboio, Coimbra, trabalhos, Lisboa.

Wild Women Blues

Linda Hopkins, Maxine Weldon e Mortonette Jenkins. Se uma só diva já valia o bilhete, que dizer de três? É o que vai acontecer no espectáculo "Wild Women Blues", mais uma produção em cena no Casino de Lisboa. A estreia está marcada para 23 de Maio (hoje).

A figura central do espectáculo é Hopkins, octogenária que traz na voz os blues de Nova Orleães, com a versatilidade que lhe é reconhecida desde os anos 50. A seu lado, está o tom mais soul de Weldon e a entusiasmante postura de Jenkins.

As vozes das três cantoras norte-americanas - capazes de, num momento, fazer rir o auditório e, no minuto seguinte, levá-lo à comoção - associam-se numa viagem pelo legado de Ray Charles. (publico.pt)

Casino Lisboa - Alameda dos Oceanos Lote 1.03.01 - Parque das Nações
Terça a domingo às 22h00
35€ (1ª plateia); 30€ (2ª plateia)

Imaginarius


Festival Internacional de Teatro de Rua
Santa Maria da Feira: 18, 19 e 20 de Maio

"Quanto ao progama, chamo especial atenção para a parte do teatro para o desenvolvimento comunitário, uma nova aposta ao nível do festival, na qual eu (Margarida) estou profissionalmente implicada. Se alguém passar por alguma das performances, especialmente a "Sonhos Flutuantes", peço que deixem feedback neste post." Post escrito aqui

Blitz, depois da mudança de sexo

Formato: revista
Periodicidade: mensal
Lançamento do primeiro número: dia 21 de Junho, com festa
Saída do primeiro número para as bancas: 22 de Junho
Data de saída dos números seguintes: última sexta-feira de cada mês
Preço de capa: 2,5€ (o nº 1 será lançado gratuitamente em alguns eventos e custará 1€ nas bancas)
Páginas: 116 (estrutura editorial)
Tiragem prevista para o nº 2 e subsequentes: 40 mil

Estou curiosa!

Fim-de-semana apertadíssimo!

Nel Colaça
Triplex
Rui Maia Birthday Party
Rádio Bar
MissPopMaria
Vinil Bar

Alison Bentley
The Fishfuckers
Porto Rio

Os melhores álbuns de sempre...

Led Zeppelin IV
1971

Deitada com a janela aberta, ouço ao longe Led Zeppelin. Tento aperceber-me de onde vem o som e parece que descubro. O vizinho de cima também está com a janela aberta e toca guitarra. Por vezes intensifica o som, outras vezes toca mais baixo como que soubesse que o estava a ouvir e ficasse com vergonha. Estico-me para ouvir melhor… E eis que a música deixa de ser tocada. Pressentiu-me? Volto a deitar-me à espera que recomece. E espero. E espero. E enquanto espero penso no passado, nas noites apaixonadas passadas no telhado a ouvir “Stairway to heaven”, nas tardes de sol com “Black Dog” e nas manhãs enérgicas de “Rock and Roll”.
Agora procuro o álbum e lembro-me que foi roubado com tantos outros na minha pasta de colecção. Ai, a minha pasta de colecção! Não o tendo, resta-me comprar uma escada para subir à janela do vizinho e lhe pedir que recomece.

Festa no Chiado

Concertos à hora do almoço, visitas guiadas, teatro, conferências, música, tertúlias literárias, feira de alfarrabistas. Uma semana repleta de iniciativas culturais é a proposta para mais uma Festa no Chiado, cuja 8.ª edição decorre de 20 a 27 de Maio, com organização do Centro Nacional de Cultura (CNC).

Para conhecer melhor a zona do Chiado, a organização da festa propõe um conjunto de visitas guiadas gratuitas, em três itinerários. Os Encontros à Esquina conduzirão os visitantes pela noite de Lisboa (dia 27 às 21h) e pelos estabelecimentos comerciais (no mesmo dia pelas 15h). No dia 19, o encontro está marcado para as 17h e promete uma viagem pelo Bairro Alto e Bica.

O Grémio Literário, o Palácio dos Condes de Tomar, o Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, o Governo Civil e Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, a Associação 25 de Abril e as Paróquias do Chiado vão estar de portas abertas para receber o público, com visitas guiadas de entrada livre. (publico.pt)

Para saberem a programação consultem o site

Troco Deus por Renegados

Anda por aí um boato a dizer que Renegados de Boliqueime
vão voltar a tocar…

Doze em Fúria, hoje, no Teatro da Politécnica

Um homem morre depois de ter sido esfaqueado.

O seu filho, um rapaz de 18 anos, é acusado de o ter morto.

Doze pessoas que não se conhecem foram chamadas para decidir o destino deste jovem: a liberdade ou a cadeira eléctrica.

....Agora, imagine-se numa sala, trancado, com 11 desconhecidos.
....A todos foi concedido um voto, uma certeza: culpado ou inocente.
....É-lhe comunicado que tudo depende do vosso veredicto unânime.
....É, pois, o número 12 a chave do destino do rapaz.

E é desta que vou ver a Joaninha, a Paula e o Henrique a representar! Oh Yeah!

Paredes de Coura

Os Yeah Yeah Yeahs, Bauhaus, Fisherspooner, !!! (chk,chk,chk), Shout Out Louds, White Rose Movement e Morrissey… são alguns dos nomes já confirmados para actuarem no Festival Heineken Paredes de Coura, que decorre de 14 a 17 de Agosto de 2006

Wake Up and Smell the Coffee

“Wake Up and Smell the Coffee é um texto que critica e provoca, brutalmente honesto e muitas vezes até chocantemente divertido. Tudo e todos podem ser alvo da língua aguçada da sátira. Da religião à cultura pop. Ao longo deste solo, tendo como ponto de partida um homem só, surgem várias personagens, entre as quais se incluem um vendedor que parece ser a incarnação do próprio diabo e um produtor chocante e amoral de Hollywood. O protagonista encontra-se num limbo no qual confunde ficção com a sua própria realidade no meio dos delírios desta era pós 11 de Setembro.”

Depois disto não há muito mais a dizer, só que a interpretação do Tiago Rodrigues foi uma das mais fantásticas que vi até hoje.

A não perder.

7ª edição do FATAL - de 2 a 27 de Maio

"O FATAL (Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa) tem por missão promover e divulgar o Teatro Universitário português, garantindo-lhe um lugar de honra na vida cultural portuguesa e destacando Lisboa na rota dos grandes festivais europeus de teatro universitário."

Fadomorse, ontem, na Fnac do Colombo

O nome do novo álbum não diz nada do que ele é. “Popétnico” é mais fácil de entrar no ouvido mas de pop não tem nada, e ainda bem! É certo que as músicas estão mais curtas e que o som de cada instrumento não se prolonga indefinidamente em relação aos outros, mas não me parece que tenham perdido qualquer qualidade. Congruentes com a atitude anti-sistema que sempre fizeram questão de fazer transparecer, continuam a fazer muito boa música. Não me consegui parar de rir com “a gente bonita, a gente bonita” muito bem interpretada por todos mas especialmente pelo MC, que tem uma admirável expressão facial a cantar. O guerreiro da banda (para quem não sabe, Hugo Correia) lá estava, politicamente incorrecto como sempre.
Como ainda iam tocar na Fnac de Almada, tocaram pouco, mas já deu para matar a curiosidade e as saudades.
Avanti!

(criado hoje)

10 razões para não ir ao Rock in Rio

Porque tem o pior cartaz que alguma vez vi na vida

Porque o preço dos bilhetes é uma exorbitância para o que se oferece

Porque já não aguento ver a publicidade excessiva que aparece em todos os lados (Precisas de companhia?)

Porque, ao que parece, os brasileiros engoliram uma cassete… (Então, o que acha da zona onde vai ser o festival? Lindo, lindo! Ai, os portugueses são lindos! Portugal é lindo e tem pessoas muito simpáticas! Lindo!)

Porque o site demora 20 minutos a abrir

Porque os Fonzie vão lá estar

Porque a Control é apoiante do festival

Porque chamam Rock ao Pop

Porque têm uma tenda especial para “VIPS” comerem e beberem, sem pagar, depois de “tantas crianças com fome!” (organizador dixit)

Porque nos oferecem uma t-shirt oficial se formos voluntários